SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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UM LIVRO PARA ABENÇOAR A SUA VIDA.

Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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* LIVRARIA DA IGREJA DE NOVA VIDA DE DUQUE DE CAXIAS.
Av. Presidente Tancredo Neves, 687 – Vila Itamaraty(Itatiaia) – D. de Caxias Tel./fax: (21) 3658-3200 E-mail: igreja@novavidacaxias.com.br


* Livrarias Celebrai do Shopping Center de Caxias. Rua Mariano Sendra dos Santos, SN - Duque de Caxias - RJ Quadra 4 - Loja 10 | Cel.: (21) 9346-7347 - Tel.:(21) 2671-6073

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Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


* EDITORA CONSELHO. Av. Eunice Gondin, 160, sala 206, Recreio dos Bandeirantes, RJ Tel. 3326-3844


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Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

Não perca mais tempo! Investir em conhecimento é investir em você. Peça agora e seja muito abençoado pelo que vai ler e aprender.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Informação não é conhecimento.


Com a facilitação e a abertura do acesso à informação às grandes massas, pelos mais diversificados meios de comunicação, somos bombardeados diariamente, em quantidade dessa informação, de forma infinitamente superior a que podemos absorver; jornais, revistas, e-mails, sites da internet, celular, televisão, rádio, livros, cartazes. Informação para todos os gêneros, idades e interesses.

Ficamos cada vez mais dependentes destes canais de informação. A quantidade e a diversidade de conteúdo de forma tão veloz se tornam em problema no momento em que já não somos capazes de reter e gerenciar tanta informação de forma eficiente,

A informação em tempo real alavanca negócios e relacionamentos em todas as esferas, e se tornou uma exigência, principalmente no ambiente de trabalho.

O procedimento padrão ao se ligar o computador, por exemplo, é a leitura de e-mails, consulta a sites informativos, noticiários, pesquisas rápidas em mecanismos de busca, acesso a sites de relacionamentos, etc. De link em link nossa mente vai sendo desafiada a guardar informação e mais informação.

Notícias locais, internacionais, cotações financeiras, o trânsito engarrafado, a previsão do tempo para o próximo dia, o evento que estamos esperando, o novo livro que saiu, o novo filme que está em cartaz e ainda não vimos, um novo método, conceito ou descoberta dentro de nossa profissão, o idioma que estamos pesquisando, o curso que estamos estudando, e por aí vai.

Com isso, muitas vezes nos encontramos mergulhando e lendo sobre um assunto que foge completamente de nossa área de conhecimento e interesse. Pesquisamos sobre alguma enfermidade que tivemos, pesquisamos dados sobre os times e jogadores do campeonato que gostamos, sobre uma determinada religião, sobre tipos de vinhos, lugares que queremos conhecer, sobre a política do município, estado ou país onde vivemos e ainda queremos, cada vez mais, ter informações, sobre fatos e assuntos dos mais diversos possíveis.

Cinema, música, tecnologia, futebol, tendências, moda; tudo exige atualização contínua e rápida. Há a possibilidade de recebermos informativos no celular a todo o instante, acessarmos a internet de todos os lugares e por diversos meios, recebermos uma centena de jornais e revistas, assistirmos em centenas de canais abertos e pagos da TV tudo o que em um passado bem próximo só era acessível no mundo acadêmico de uma universidade. Resultado: tornamos-nos vítimas do excesso de conteúdo e da informação em si. que nossa mente jamais poderia absorver. Com isso a tendência é que se chegue à fadiga mental e ao estresse comprometendo nossa capacidade de reter o que realmente é importante.

Entretanto, o maior perigo é o preenchimento do tempo, e confundirmos bagagem de informação com bagagem de conhecimento. A informação pode ser volátil e passageira, superficial e não duradoura, enquanto que o conhecimento é maduro, sólido e duradouro.

A realidade é que lemos muito e aprendemos pouco. Estamos estudando um pouco de tudo e tendo conhecimento de muito pouco. Será que as dezenas de apresentações em PowerPoint, textos e correntes que recebemos diariamente em nossos e-mails precisam realmente ser lidas?

Será que a leitura dos próximos capítulos das novelas, a leitura dos melhores momentos do jogo do time da segunda divisão, o aprofundamento dos estudos arqueológicos do Egito, gravando os nomes dos arqueólogos só para contar em uma conversa de amigos é realmente fundamental?

É comum reclamarmos de falta de tempo para nos aprofundarmos nos estudos e especializações na área em que atuamos, mas é comum desperdiçarmos tempo consumindo informação que, por vezes, achamos ser conhecimento e na verdade não é.

Acredito que num universo cada vez mais poluído de informação “pipocando” de todos os lados é bom identificarmos que o que realmente nos agrega é o conhecimento com sua solidez, o qual o tempo não apaga e nem nos tira.

O segredo parece ser perguntar a si mesmo, sempre: “Eu preciso realmente ler e manter-me atualizado nisto? Eu preciso realmente saber sobre este assunto? O que isso me acrescentará? Imaginar-se num verdadeiro self-service da informação em que eu escolho colocar em meu “prato” somente aquilo que, de fato, preciso para me alimentar. Isso na prática significa apagar muitos e-mails, deixar de clicar em muitos links que te levarão a navegar inutilmente por horas a lugares não planejados, cancelar a assinatura de algumas revistas ou jornais, ir aos canais e programas de TV específicos, e até esquecer-se daqueles cursos ou congressos que fogem completamente de nossa área de formação e interesse principal e surgem no meio do caminho.

E o preço pago pela informação não é barato. Se considerarmos tudo o que gastamos para nos mantermos informados através dos diversos meios de comunicação somados ao valioso tempo em que empregamos nessa busca vamos entender a importância que devemos dar para canalizarmos nossa atenção, nosso esforço, nosso tempo e nosso dinheiro naquilo que realmente precisamos receber e reter.

Ao acessarmos a internet, ao ligarmos a TV ou rádio, ao abrirmos o jornal, ao escolhermos uma revista, ao irmos a um congresso ou matricular-nos em um curso devemos agir exatamente como a correta forma de ir ao supermercado, tendo bem definido o que se quer “comprar”, para que ao passarmos no “caixa” não vermos um carrinho cheio de produtos, os quais não haveria qualquer necessidade de compramos.

Gilberto Horacio

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu sempre leio uma chuva de piadas e mensagens bonitinhas que me enviam diariamente. Mas nunca havia parado para pensar sobre o tempo que me tiram rs
Marília Veiga. - Floripa