SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Você receberá em sua casa o livro SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ. Uma análise das principais questões da vida evangélica.

Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

Não perca mais tempo! Investir em conhecimento é investir em você. Peça agora e seja muito abençoado pelo que vai ler e aprender.
UM LIVRO QUE TRATA DE FORMA PRÁTICA QUESTÕES VIVIDAS DENTRO DA IGREJA EVANGÉLICA.
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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Qual é o seu “mundinho” agora? Já pensou?

Há uma frase que se tornou comum no meio popular que sugere que cada pessoa deve estar “no seu quadrado”, significando que cada pessoa tem um espaço reservado e por direito na sociedade e que este espaço deve ser respeitado. Isto é, cada indivíduo vive e move-se neste seu universo.

Pensando um pouco sobre o assunto e ainda movido pelas experiências de minhas férias onde pude me afastar completamente do trabalho e viajar para outro estado, cerca de 450 km de distância de minha casa e de minha rotina diária, concluí coisas que acredito serem interessantes.

Como seres humanos nos constituímos como sociedade e nela nos relacionamos e nos movemos. Não escolhemos onde nasceríamos e nem onde viveríamos; em que país, em que família, sobre em que condições. Simplesmente nascemos e crescemos até que possamos ter a compreensão do que somos; enquanto alguns estão nascendo no Brasil exatamente agora, outros estão nascendo na Nigéria. Desta forma, cada indivíduo conhece e convive em seu “mundinho” ao qual foi inserido nesta vida. Ali vai brincar com os amigos, estudar nas escolas da região, comprar pão na padaria do sr. João e dele ser amigo. Naquela região, provavelmente, vai se casar, ir à igreja, saber o nome das ruas e o número dos ônibus; qual supermercado vende mais barato e onde é mais bonito ou mais deserto. Esse é o mundo de cada um.

Interessante que se um indivíduo se desloca para outro lugar, seja um outro país ou cidade, ou até mesmo outro bairro, parece que se desconecta de seu “mundo” e entra automaticamente em outro. Agora comprará pão na padaria do sr. Alfredo, se relacionará com outras pessoas, freqüentará outros lugares, se assentará em outros bancos de praça; entretanto, será feliz da mesma maneira. Ainda que lembre e considere as pessoas e coisas de onde vivera, parece que seu mundo agora gira em torno de outras pessoas e lugares, e como as pessoas influenciam umas ás outras, certamente mudará muitos de seus hábitos e pensamentos, ao mergulhar em mundos diferentes.

Em uma rotina de trabalho, com reuniões e problemas da empresa na cabeça, durante toda a semana, os assuntos do trabalho sempre são levados em nossas mentes durante os fins de semana. Isso parece inevitável, e isso acaba sendo nosso mundo. As férias, por exemplo, assim como uma demissão e mudança de emprego, ou uma mudança de igreja ou endereço possuem esta capacidade de, como uma “máquina espacial” nos migrar, no colo, de um mundo para outro, totalmente diferente daquele que em rotina frenética diária jamais cogitaríamos mergulhar.

Quando solteiros, o tal mundo talvez seja garantir companhia de amigos que trazem segurança e conforto, quando casados talvez estes amigos já fiquem gradativamente pelo caminho das lembranças e outros virão com o cônjuge, agora falando de filhos e fraudas.

Li recentemente em uma revista o resultado de um estudo que diz que as pessoas conseguem apenas se relacionarem em um circulo de amizades de no máximo 150 pessoas. E que ao fazerem novos amigos, deixam outros para trás, por que nossa capacidade de nos relacionarmos simultaneamente é limitada. Podemos ter 1000 amigos no Orkut até, mas de forma próxima nos relacionaremos, em uma fase da vida, com um pequeno grupo desses 1000.

Alguém que troque de uma igreja, por exemplo, verá que a Maria, o João e o Frederico, se tornarão em outros personagens de sua vida, agora com outros nomes, endereços e característica; agora serão a Marcela, o Pedro e o Paulo.

Penso que alguém que saia de um grande centro urbano e passe a viver em uma cidadezinha do interior, desde que consiga sobreviver com dignidade, ainda que com menos recurso que possua, será feliz da mesma maneira; se souber construir seus relacionamentos perceberá que a praça de alimentação de um shopping com os amigos ou primos terá o prazer idêntico a um “canjicão” na festinha na praça da igreja com outros amigos ou primos também. A volta de carro no fim de semana na praia de Ipanema terá prazer igual a um passeio de bicicleta ou a cavalo em uma estrada empoeirada com outros amigos e pessoas que jamais pensaríamos amar um dia. Os rios e a alegria na caminhada terá o mesmo brilho.

O que jamais pode ser esquecido, e o que é o mais fantástico, é o que doamos de nós e o que absorvemos de cada pessoa. Pessoas são tesouros que jamais devemos trocar. Cada uma tem o seu valor e significado mais que especial. Isto devemos considerar e venerar por toda a vida.

E ao chegar em casa e as portas se fecharem no seu lar, não importará se sua casa está no Caribe, em Londres ou no Rio de Janeiro. Esse será seu lar. Esse é seu mundo atual, que deve ser vivido, pois amanhã talvez a máquina espacial poderá levar-nos a outro “mundo” com outras pessoas e cotidianos, lugares novos a descobrir e a nos surpreendermos, pois o melhor da vida é ser feliz onde nossos pés pisam, exatamente agora.

Gilberto Horácio

domingo, 25 de maio de 2008

Casamento x Amizade

Estive em um casamento de um amigo no último dia 24 de maio de 2008, e prestei a máxima atenção a cada palavra proferida pelo pastor que realizou o casamento; o Pr. Rômulo da Igreja Maranata de Duque de Caxias. Ele enfatizou sobre a necessidade de que a aliança firmada naquele momento do casamento não seja somente a aliança no dedo da mão esquerda, ali colocada, mas que a principal aliança ocorra no coração. Pois, uma aliança feita no coração jamais poderá ser rompida. “Aquilo que Deus uniu, o homem não pode separar”, diz a leitura ali feita. Ele ainda relatou sua experiência de pastor casado há 16 anos e lembrou ao casal que só conhecemos de fato as pessoas quando passamos a conviver mais próximos a elas. E quanto mais próximos, mais descobrimos quem a pessoa é realmente.
Eu quero pegar as palavras narradas ali, pelo Pr. Rômulo e trazer também para o campo da amizade. Acredito que as orientações dadas pelo pastor são perfeitamente aplicáveis aos relacionamentos entre amigos, que assim como um casamento pode durar a vida toda. Assim, passo a entender que, mesmo que os amigos não possuam alianças em suas mãos, devem possuir uma aliança firmada no coração. E alianças feitas no coração jamais poderão ser rompidas.
Nelson Ned certa vez disse que “os grandes homens são como quadros pintados a óleo. São lindos de longe, mas quando chega-se perto, são cheios de defeitos”. Conjeturando com o que o pastor disse sobre a necessidade da convivência para conhecermos quem as pessoas são de fato, acredito que se já estivermos preparados no entendimento que todos somos pessoas cheias de defeitos, e que devemos aprender a lidar com isso, jamais criaremos expectativas exageradas de querermos que nossos amigos sejam perfeitos quando nós mesmos também não somos.
Padre Marcelo Rossi em uma entrevista falou algo sobre um homem que disse que quando jovem queria mudar a cidade onde nascera e não conseguiu. Quando na vida adulta queria mudar sua igreja e sua família e também não conseguiu. Quando já no fim da vida este homem, escrevendo as palavras para que seriam colocadas em sua lápide disse: “eu teria conseguido mudar minha cidade, minha igreja, minha família se eu em primeiro lugar tivesse mudado a mim mesmo”.Esta conclusão de que melhor conhecemos as pessoas a cada dia é uma conseqüência natural dos relacionamentos. Mas devemos estar sensíveis para aceitar as pessoas exatamente como elas são e, assim como casamentos duradouros, também teremos amizades duradouras.

Gilberto Horácio