SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Uma manhã na emergência do Hospital Dr, Moacyr do Carmo

Ontem vivi uma experiência daquelas que nos surpreendem, daquelas que nos tiram do cotidiano e nos levam frente a frente com a realidade da vida.

Ainda dormia, em torno de 6h da manhã quando ouvi gritos de socorro vindos da rua em frente à minha casa. Ao dirigir-me ao portão, ainda sonolento e confuso, me deparei com uma cena de um acidente. Uma vizinha ao tentar sair com seu carro de sua garagem descuidou-se do freio de mão e foi atropelada pelo próprio carro na ladeira ficando presa debaixo do carro e contra a base de sustentação da rampa. Ao retirar o carro com a ajuda de várias pessoas eu a levei ao Hospital Dr. Moacyr do Carmo em meu carro, dando entrada na emergência às 6h30min da manhã. O primeiro a nos atender foi médico Nelson Maia Fernandes que não se levantou da cadeira, não preencheu qualquer ficha da paciente, que gritava de dor na coluna e foi jogada em uma cadeira. Ele me fez levá-la empurrando a cadeira até a ortopedia, mas lá não havia ninguém. Consegui a ajuda de um maqueiro no corredor para levar a moça ferida, com suspeita de lesões na coluna, costelas e fraturas nas pernas para o setor de RX, mas lá não havia ninguém. Apenas uma mulher que não sei qual sua função e através de muita insistência de minha parte fez uma ultra-sonografia na paciente. Eu ouvi desta voluntária “nem sei ligar esta máquina direito, mas vou ajudar vocês”. Ela recomendou que a paciente não voltasse para a cadeira, mas que deveria obrigatoriamente ser removida em uma maca. Neste momento fui procurar o sr Nelson Maia Fernandes novamente para solicitar uma maca, e o ouvi dizer as seguintes palavras: “maca aqui é artigo de luxo, vê se você consegue uma aí”. Ainda neste momento a paciente não havia recebido, sequer uma medicação para a dor. Fui pelos corredores e depois de uns 30 minutos um senhor sensibilizado conseguiu emprestada uma maca no setor de cirurgia. Após 2h conseguimos um RX e vimos que a coluna não havia sido fraturada, como se pensava, e ouvi o senhor médico Nelson Maia Fernandes ironizar com um colega “veja que o rapaz disse que ela era um caso grave ao chegar”. Neste momento tive que dizer ao senhor Nelson que se eu tivesse feito medicina como ele provavelmente deve ter feito eu teria a capacidade de identificar um caso grave”. Após isso ainda empurrei a maca de minha vizinha corredor à fora por mais uma hora e meia de sala em sala, brigando, argumentando e insistindo até que ela recebesse as medicações e conseguisse ser transferida para um hospital que a pudesse socorrer de fato, visto queixar-se de muitas dores na região da coluna e na cabeça.

Confesso que saí daquele lugar com um profundo sentimento de dever cumprido, mas também com uma profunda frustração com a classe médica de plantão naquele dia, com uma profunda frustração com aquele hospital, com uma profunda frustração com o poder público, que trata a população com tamanho descaso que nos chocam e nos impressionam.

Vi várias pessoas nos corredores, pessoas sendo tratadas como, me perdoem dizer, animais, com pouco interesse em realmente preservar a integridade e até a vida daqueles pacientes socorridos ali.

O detalhe é que, para quem não conhece o hospital Dr. Moacyr do Carmo, ele fica às margens da Rodovia Washington Luiz, em frente ao Caxias Shopping e tem menos de dois anos de funcionamento. Foi amplamente explorado na campanha eleitoral do ex prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis.

Vi que o Hospital Dr. Moacyr do Carmo, que custou milhões de reais a nós trabalhadores, é na verdade, apenas mais um prédio, é na verdade, mais um templo da política brasileira, dos interesses de uma minoria que se apodera temporariamente do poder para obter benefícios próprios e pessoais.

Vi que a vida está nas mãos de Deus, e que a confiança e a segurança nos braços dos homens pode ser frustrante e em vão.

Quantas “vizinhas” chegam diariamente naquele lugar! Quantas morrem naquele lugar! O descaso será pelo motivo de ricos não freqüentarem hospitais públicos? Ou será que a vida humana vale cada vez menos?

Como investir bilhões em esporte, se a população não tem um hospital de emergência que a socorra quando um acidente acontece?

Agora entendo porque Jesus, ao pregar, chorou olhando para Jerusalém.

"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!" (Mateus 23 : 37)

O entendimento é único, simples e duro: as pessoas expulsaram Deus de suas vidas, de suas casas, de seus cotidianos, de seus corações. E o efeito disse é desastroso, e pude ver isso nesta inesquecível manhã. Onde há o amor, jamais haverá o descaso, pois o fruto do amor é a compaixão. Quem não a tem, não ama, e quem não ama, jamais conheceu a Deus.

Gilberto Horácio


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