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Qual é o seu dia de descanso?

segunda-feira, 19 de abril de 2010
Seja, pela vida, seja pela morte, somos de Jesus.

Recebi um e-mail descrevendo a notícia de um acidente de trânsito onde dois pastores morreram após o veículo em que estavam ser esmagado por uma carreta. Chequei o caso e vi que era verídico. Os pastores eram da Assembléia de Deus e seguiam para uma convenção. Testemunhas contaram que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Minh’alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!
Aos poucos suas vozes foram silenciando-se, nesta terra, para sempre.
As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguém morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão.
Lembrei-me da morte de Estevão, que foi apedrejado por amar e pregar o evangelho da verdade. Na hora de sua morte ele estava com os olhos fitos no céu, e viu a Jesus, que estava à direita de Deus.
“Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele.
E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.” Atos 7:55-60.
A realidade é que não conhecemos nada do que há após o momento em que morrermos. Conhecemos apenas aquilo que o Senhor Deus quis revelar a nós, em sua palavra. Entretanto, aqueles que já partiram, já conhecem o que há além desta vida terrena e passageira, esta vida que passa como um conto ligeiro. Acredito que estes pastores, viram ao Senhor Jesus que estava com eles em todo o tempo, cumprindo sua promessa de estar conosco todos os dias, até a consumação de todos os séculos.
A presença de Jesus é algo indescritível. Falta-me palavras para descrever sobre o grande amor de Jesus, de sua gloria e do manifestar de sua presença em todas as circunstâncias da vida. Onde estava Jesus na hora do acidente? Exatamente com eles. Por que não impediu? Porque o que Jesus foi preparar para nós e para os respectivos pastores ali feridos, não dá para se comparar com a vida neste mundo, e este mundo jamais se comparará com a glória que em nós há de ser revelada na eternidade.
São exatamente as palavras que Jesus falou a um dos ladrões que com ele estava sendo crucificado: “Hoje, mesmo estarás comigo no paraíso”. Sempre há um propósito quando somos atingidos pelas circunstâncias da vida. Inclusive, para que o nome de Deus fosse glorificado por estas mortes, e para que através deste fato, a fé desses homens fale por eles muito mais do que em vida teriam esta oportunidade. Para que todos tentem compreender a largura, o comprimento e a altura do amor de Deus e que seja pela vida, seja pela morte, somos e sempre seremos propriedade do Senhor. E se Dele somos, estamos EM SUAS MÃOS. Os pastores cantarão para sempre em um grande coral, ao lado de Jesus, aquele que foi preparar morada. E suas vozes não se calarão na eternidade, louvando aquele que vive para todo o sempre, Jesus.
Um dia, como eles, e como diz a letra do hino, nos alegraremos perto de Jesus, nosso Rei. Quando será o momento ninguém sabe, mas de algo sabemos, temos uma pátria celestial e com serafins iremos morar, mas quando chegar lá, primeiro eu quero ver Jesus.
Gilberto Horácio
terça-feira, 13 de abril de 2010
Ao partir do mundo, deixe-o melhor de que quando você nele entrou.

sexta-feira, 9 de abril de 2010
Uma manhã na emergência do Hospital Dr, Moacyr do Carmo

Ontem vivi uma experiência daquelas que nos surpreendem, daquelas que nos tiram do cotidiano e nos levam frente a frente com a realidade da vida.
Ainda dormia, em torno de 6h da manhã quando ouvi gritos de socorro vindos da rua em frente à minha casa. Ao dirigir-me ao portão, ainda sonolento e confuso, me deparei com uma cena de um acidente. Uma vizinha ao tentar sair com seu carro de sua garagem descuidou-se do freio de mão e foi atropelada pelo próprio carro na ladeira ficando presa debaixo do carro e contra a base de sustentação da rampa. Ao retirar o carro com a ajuda de várias pessoas eu a levei ao Hospital Dr. Moacyr do Carmo em meu carro, dando entrada na emergência às 6h30min da manhã. O primeiro a nos atender foi médico Nelson Maia Fernandes que não se levantou da cadeira, não preencheu qualquer ficha da paciente, que gritava de dor na coluna e foi jogada em uma cadeira. Ele me fez levá-la empurrando a cadeira até a ortopedia, mas lá não havia ninguém. Consegui a ajuda de um maqueiro no corredor para levar a moça ferida, com suspeita de lesões na coluna, costelas e fraturas nas pernas para o setor de RX, mas lá não havia ninguém. Apenas uma mulher que não sei qual sua função e através de muita insistência de minha parte fez uma ultra-sonografia na paciente. Eu ouvi desta voluntária “nem sei ligar esta máquina direito, mas vou ajudar vocês”. Ela recomendou que a paciente não voltasse para a cadeira, mas que deveria obrigatoriamente ser removida em uma maca. Neste momento fui procurar o sr Nelson Maia Fernandes novamente para solicitar uma maca, e o ouvi dizer as seguintes palavras: “maca aqui é artigo de luxo, vê se você consegue uma aí”. Ainda neste momento a paciente não havia recebido, sequer uma medicação para a dor. Fui pelos corredores e depois de uns 30 minutos um senhor sensibilizado conseguiu emprestada uma maca no setor de cirurgia. Após 2h conseguimos um RX e vimos que a coluna não havia sido fraturada, como se pensava, e ouvi o senhor médico Nelson Maia Fernandes ironizar com um colega “veja que o rapaz disse que ela era um caso grave ao chegar”. Neste momento tive que dizer ao senhor Nelson que se eu tivesse feito medicina como ele provavelmente deve ter feito eu teria a capacidade de identificar um caso grave”. Após isso ainda empurrei a maca de minha vizinha corredor à fora por mais uma hora e meia de sala em sala, brigando, argumentando e insistindo até que ela recebesse as medicações e conseguisse ser transferida para um hospital que a pudesse socorrer de fato, visto queixar-se de muitas dores na região da coluna e na cabeça.
Confesso que saí daquele lugar com um profundo sentimento de dever cumprido, mas também com uma profunda frustração com a classe médica de plantão naquele dia, com uma profunda frustração com aquele hospital, com uma profunda frustração com o poder público, que trata a população com tamanho descaso que nos chocam e nos impressionam.
Vi várias pessoas nos corredores, pessoas sendo tratadas como, me perdoem dizer, animais, com pouco interesse em realmente preservar a integridade e até a vida daqueles pacientes socorridos ali.
O detalhe é que, para quem não conhece o hospital Dr. Moacyr do Carmo, ele fica às margens da Rodovia Washington Luiz, em frente ao Caxias Shopping e tem menos de dois anos de funcionamento. Foi amplamente explorado na campanha eleitoral do ex prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis.
Vi que o Hospital Dr. Moacyr do Carmo, que custou milhões de reais a nós trabalhadores, é na verdade, apenas mais um prédio, é na verdade, mais um templo da política brasileira, dos interesses de uma minoria que se apodera temporariamente do poder para obter benefícios próprios e pessoais.
Vi que a vida está nas mãos de Deus, e que a confiança e a segurança nos braços dos homens pode ser frustrante e em vão.
Quantas “vizinhas” chegam diariamente naquele lugar! Quantas morrem naquele lugar! O descaso será pelo motivo de ricos não freqüentarem hospitais públicos? Ou será que a vida humana vale cada vez menos?
Como investir bilhões em esporte, se a população não tem um hospital de emergência que a socorra quando um acidente acontece?
Agora entendo porque Jesus, ao pregar, chorou olhando para Jerusalém.
"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!" (Mateus 23 : 37)
O entendimento é único, simples e duro: as pessoas expulsaram Deus de suas vidas, de suas casas, de seus cotidianos, de seus corações. E o efeito disse é desastroso, e pude ver isso nesta inesquecível manhã. Onde há o amor, jamais haverá o descaso, pois o fruto do amor é a compaixão. Quem não a tem, não ama, e quem não ama, jamais conheceu a Deus.
Gilberto Horácio
sábado, 3 de abril de 2010
Você termina exatamente onde tudo começou?

Quando morrermos nosso espírito voltará ao dono da vida, que é Deus, nosso corpo voltará ao barro e se tornará pó, entretanto, nossa alma existirá para sempre. Ela anseia por Deus, por isso existem as infinitas formas de culto no mundo, porque a alma anseia por Deus exatamente como a corça anseia pelas correntes das águas.
Como poderíamos, então, viver longe de Deus, se somos dependentes d’Ele como seres existentes? A Santidade de Deus está acima de qualquer compreensão, por isso nosso corpo mortal e cheio de imundícia jamais poderia se aproximar de Deus e isso nos faria viver a vida, sem sentido, para sempre; folhas secas jogadas ao vento. Por isso, hoje, comemoramos a Páscoa; ela representa para todos os cristãos, a realidade de estarmos vivendo, novamente, a vida em plenitude, e, para sempre. Nossa alma agora pode ser justificada, santificada, pois Jesus Cristo não teve por usurpação o ser igual a Deus. Antes, assumindo a forma de servo, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. Ele se ofereceu em expiação de nossos pecados, nos isentou de toda a culpa, cumpriu a nossa sentença. Pois, a alma que pecar, esse deve morrer. Entretanto, a pena já foi cumprida; pena de morte e, alguém assumiu a postura de morrer por mim, Jesus.
Mas a garantia plena sobre isso que você está lendo agora está no fato de Jesus ter voltado à vida. Ele teve o poder de dar a sua própria vida e voltar a tomá-la. A morte não pode detê-lo. Ele ressuscitou no domingo, no primeiro dia da semana, sendo o primeiro a reviver a alma, dando-nos a garantia que aquele que teve o poder de reaver a própria vida, também terá poder de nos ressuscitar a todos. Esta é a esperança dos que morrem, de voltarem a viver, pela ressurreição dos mortos, iniciada e assegurada por Jesus para sempre. Não somos apenas pó; fomos feitos alma vivente.
Oh minha alma, espera em Deus, confia nele somente.
" Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;" (João 11 : 25)
Glórias a Ele por esse poder sem precedentes e para sempre. Amém. Esta é nossa páscoa.
Feliz Páscoa.
Gilberto Horácio