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Marche

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Entendendo o silêncio de Deus.

As pessoas têm o hábito de falar sobre algo como absoluto. Eu prefiro me referir apenas dentro do escopo daquilo que concluo sobre algo, mas permitindo todas as variantes possíveis. Sobre o fato de Deus, aparentemente, se calar, em algum momento de nossas vidas, diante de nossas orações, aprendi algo muito verdadeiro: Jesus estava no jardim do Getsêmani (Mateus 26 v 36- 45) em grande agonia; já sabia que seria preso e morreria; Ele foi orar. Orou três vezes as mesmas palavras: “Pai, se possível, passe de mim este cálice.” Jesus estava, na forma de homem, angustiado, porque sabia o que passaria, sabia todo o sofrimento pelo qual seria submetido para salvar a humanidade da condenação da morte eterna. E por estar encarnado, e sob um grande abatimento emocional, Ele orou pedindo a Deus que o livrasse do sofrimento (ainda que Ele completasse sua oração dizendo: “Pai, todavia, não seja feita a minha vontade, mas a tua”.
O que aprendi, é que em nenhum momento, neste episódio, Jesus ouviu uma resposta de Deus. Deus ficou em silêncio. O silêncio machuca, fere e em muitos momentos é mais poderoso que qualquer palavra. Há momentos que queremos ouvir um SIM de Deus; há momentos que queremos ouvir um NÃO. Mas, dificilmente desejaremos o silêncio de Deus.
O que quero compartilhar é que, na maioria das vezes, portanto, quando Deus fica em silêncio e assume a postura de não nos responder, é exatamente quando já sabemos a resposta sobre o que queremos. É isso. E diante de seu pedido Jesus concluiu que o silêncio de Deus não foi um NÃO e muito menos um SIM. Mas, implicitamente Deus estava dizendo a Jesus: “você já sabe exatamente o que tem que fazer”.
Quantas vezes estamos diante de uma situação muito difícil na vida e as barreiras parecem intransponíveis. Deus, há tempo nos tem orientado e sinalizado o que espera de cada um de nós, em nossa individualidade. O que fazemos é nos desviar daquilo que Deus traçou para nós. É como se Deus dissesse: “Meu filho, vá para a direita!” Entretanto, o que eu quero é ir para a esquerda. O que fazemos, nestas horas? Interrogamos a Deus, querendo dirigir nossa própria vida. “Senhor, se possível deixa-me ir para a esquerda?” – oramos assim. E, diante de um silêncio assustador, percebemos, através do coração, que a soberania de Deus é tão magnífica, que Ele nos ensina com o silêncio que, na verdade, lá no íntimo, nós sabemos exatamente o que temos que fazer.
Assim como Jesus entendeu e sabia o que deveria ser feito, e assim o fez, cumprindo seu chamado e sua missão até o fim, nós temos que, da mesma maneira, baixar nosso semblante diante do soberano silêncio de Deus, e batermos no peito dizendo: “Senhor, eu sei o que tem que ser feito, eu sei o chamado e a missão do Senhor para minha vida, portanto eis-me aqui; não seja feita a minha vontade, mas a tua vontade se cumpra em mim”.
E você, já sabe o que tem que fazer, certo? Então, siga em frente.
Gilberto Horácio