SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

PARA TODO O BRASIL Peça o seu aqui na Amazon

UM LIVRO PARA ABENÇOAR A SUA VIDA.

Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

Peça já o seu exemplar!



Enviamos para todo o Brasil Peça o seu aqui na Amazon

Peça seu exemplar. Você vai recebê-lo na comodidade da sua casa, com total segurança e a credibilidade dos correios.

Você receberá em sua casa o livro SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ. Uma análise das principais questões da vida evangélica.

Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

Não perca mais tempo! Investir em conhecimento é investir em você. Peça agora e seja muito abençoado pelo que vai ler e aprender.
UM LIVRO QUE TRATA DE FORMA PRÁTICA QUESTÕES VIVIDAS DENTRO DA IGREJA EVANGÉLICA.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Notícias podem mudar a sua vida.


Há momentos em nossas vidas em que parece não haver saída ou solução para determinadas situações e circunstâncias que surgem diante de nós. Estamos caminhando, de forma tranqüila e com passos seguros em direção a nossos ideais e objetivos e de repente, num momento, estamos paralisados, em pé, de mãos na cabeça diante de fatos que nos envolvem; circunstâncias que nos afetam e atingem. Ficamos ali, olhando para o gigante que se colocou diante de nós, quando tudo parecia estar bem. Isso é o que aprendi a chamar de “notícias alternadoras do curso da vida”.
As notícias fazem parte da vida. Os fatos se sucedem, involuntariamente e seqüencialmente a todos os momentos. Alguém, nascendo, alguém morrendo, alguém demitido ou contratado, um novo vizinho que chegou, um avião que caiu, uma sentença que foi executada, uma aprovação em um concurso, o salário que saiu. Mas a notícia possui a sombria capacidade de mudar tudo.
Quando abrimos nossa caixa de e-mails, recebemos um SMS, ou um telefonema, quando alguém bate à porta de nossa casa, às 23h450 da noite de um inverno chuvoso, estamos à mercê dos riscos que uma notícia pode trazer. Acredito que todos possuem um certo receio das notícias. Elas podem trazer a felicidade e a alegria num piscar de olhos, como também dias nebulosos. Ela tem a capacidade de alternar o curso de nossas vidas.
Lembro de alguém, que certa vez, ao receber a notícia que seu pai havia sofrido um infarto, dirigiu seu automóvel ao hospital com terror e temor de que o telefone tocasse no caminho. E o telefone tocou. Seu pai não resistiu e morreu. Sua vida nunca mais foi a mesma.
Telefonema do Recursos Humanos quando se é recém casado e com um filho recém nascido. Notícia.
Quão impactante a notícia do avião em que estava um ente querido pode ser? Afinal a empresa era mantida por aquela pessoa. Ela era o esteio da empresa ou da casa, ou da igreja. Como será de agora em diante. Tudo terá que ser reorganizado, pessoas desligadas, contratos desfeitos, bens desmembrados.
E o curso da vida “daquele” e da família “daquele” que soube ontem do câncer maligno em fase terminal. Da mãe que soube do filho preso, hoje?
Notícias podem mudar nossas vidas para melhor e trazer coisas que há muito esperávamos, e podem mudar o curso de nossas vidas para melhor, mas também trazem o risco dos gigantes.
Isso significa que estamos à mercê dos acontecimentos? Sim estamos. Mas algo fundamental é a certeza e a busca para si mesmo desta certeza, de que não estamos sozinhos neste mundo. Alguém nos pensou e nos criou. A mente de alguém. A mente de Deus. Ele, embora muitos não percebam, rege o Universo e todos os fatos e acontecimentos passam por seus olhos.
A tempestade que sopra sobre os pintinhos faz com que se abriguem debaixo da asa da galinha. Não importa se serão atingidos, importa que saibam que estão abrigados e protegidos. E é exatamente o que faz o poder da fé. Não importa que sejamos atingidos pelas circunstâncias da vida; importa é que saibamos que estamos abrigados. E este abrigo está na fé. Está em Deus.
Que somente as boas notícias, sejam proclamadas a nós. Mas quando surgirem, e elas surgirão, as “notícias alternadoras do curso da vida”, esteja e busque estar debaixo das asas da fé, das asas de Deus, para que sejamos ou não atingidos, o melhor será estar abrigados e conscientemente protegidos por quem proverá auxílo em qualquer circunstância.

"AQUELE que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas estarás seguro."
SALMO 91: 1, 4

Gilberto Horácio

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Informação não é conhecimento.


Com a facilitação e a abertura do acesso à informação às grandes massas, pelos mais diversificados meios de comunicação, somos bombardeados diariamente, em quantidade dessa informação, de forma infinitamente superior a que podemos absorver; jornais, revistas, e-mails, sites da internet, celular, televisão, rádio, livros, cartazes. Informação para todos os gêneros, idades e interesses.

Ficamos cada vez mais dependentes destes canais de informação. A quantidade e a diversidade de conteúdo de forma tão veloz se tornam em problema no momento em que já não somos capazes de reter e gerenciar tanta informação de forma eficiente,

A informação em tempo real alavanca negócios e relacionamentos em todas as esferas, e se tornou uma exigência, principalmente no ambiente de trabalho.

O procedimento padrão ao se ligar o computador, por exemplo, é a leitura de e-mails, consulta a sites informativos, noticiários, pesquisas rápidas em mecanismos de busca, acesso a sites de relacionamentos, etc. De link em link nossa mente vai sendo desafiada a guardar informação e mais informação.

Notícias locais, internacionais, cotações financeiras, o trânsito engarrafado, a previsão do tempo para o próximo dia, o evento que estamos esperando, o novo livro que saiu, o novo filme que está em cartaz e ainda não vimos, um novo método, conceito ou descoberta dentro de nossa profissão, o idioma que estamos pesquisando, o curso que estamos estudando, e por aí vai.

Com isso, muitas vezes nos encontramos mergulhando e lendo sobre um assunto que foge completamente de nossa área de conhecimento e interesse. Pesquisamos sobre alguma enfermidade que tivemos, pesquisamos dados sobre os times e jogadores do campeonato que gostamos, sobre uma determinada religião, sobre tipos de vinhos, lugares que queremos conhecer, sobre a política do município, estado ou país onde vivemos e ainda queremos, cada vez mais, ter informações, sobre fatos e assuntos dos mais diversos possíveis.

Cinema, música, tecnologia, futebol, tendências, moda; tudo exige atualização contínua e rápida. Há a possibilidade de recebermos informativos no celular a todo o instante, acessarmos a internet de todos os lugares e por diversos meios, recebermos uma centena de jornais e revistas, assistirmos em centenas de canais abertos e pagos da TV tudo o que em um passado bem próximo só era acessível no mundo acadêmico de uma universidade. Resultado: tornamos-nos vítimas do excesso de conteúdo e da informação em si. que nossa mente jamais poderia absorver. Com isso a tendência é que se chegue à fadiga mental e ao estresse comprometendo nossa capacidade de reter o que realmente é importante.

Entretanto, o maior perigo é o preenchimento do tempo, e confundirmos bagagem de informação com bagagem de conhecimento. A informação pode ser volátil e passageira, superficial e não duradoura, enquanto que o conhecimento é maduro, sólido e duradouro.

A realidade é que lemos muito e aprendemos pouco. Estamos estudando um pouco de tudo e tendo conhecimento de muito pouco. Será que as dezenas de apresentações em PowerPoint, textos e correntes que recebemos diariamente em nossos e-mails precisam realmente ser lidas?

Será que a leitura dos próximos capítulos das novelas, a leitura dos melhores momentos do jogo do time da segunda divisão, o aprofundamento dos estudos arqueológicos do Egito, gravando os nomes dos arqueólogos só para contar em uma conversa de amigos é realmente fundamental?

É comum reclamarmos de falta de tempo para nos aprofundarmos nos estudos e especializações na área em que atuamos, mas é comum desperdiçarmos tempo consumindo informação que, por vezes, achamos ser conhecimento e na verdade não é.

Acredito que num universo cada vez mais poluído de informação “pipocando” de todos os lados é bom identificarmos que o que realmente nos agrega é o conhecimento com sua solidez, o qual o tempo não apaga e nem nos tira.

O segredo parece ser perguntar a si mesmo, sempre: “Eu preciso realmente ler e manter-me atualizado nisto? Eu preciso realmente saber sobre este assunto? O que isso me acrescentará? Imaginar-se num verdadeiro self-service da informação em que eu escolho colocar em meu “prato” somente aquilo que, de fato, preciso para me alimentar. Isso na prática significa apagar muitos e-mails, deixar de clicar em muitos links que te levarão a navegar inutilmente por horas a lugares não planejados, cancelar a assinatura de algumas revistas ou jornais, ir aos canais e programas de TV específicos, e até esquecer-se daqueles cursos ou congressos que fogem completamente de nossa área de formação e interesse principal e surgem no meio do caminho.

E o preço pago pela informação não é barato. Se considerarmos tudo o que gastamos para nos mantermos informados através dos diversos meios de comunicação somados ao valioso tempo em que empregamos nessa busca vamos entender a importância que devemos dar para canalizarmos nossa atenção, nosso esforço, nosso tempo e nosso dinheiro naquilo que realmente precisamos receber e reter.

Ao acessarmos a internet, ao ligarmos a TV ou rádio, ao abrirmos o jornal, ao escolhermos uma revista, ao irmos a um congresso ou matricular-nos em um curso devemos agir exatamente como a correta forma de ir ao supermercado, tendo bem definido o que se quer “comprar”, para que ao passarmos no “caixa” não vermos um carrinho cheio de produtos, os quais não haveria qualquer necessidade de compramos.

Gilberto Horacio

sábado, 25 de julho de 2009

A Fazenda


Até hoje não assisti nenhuma edição do BigBrother Brasil, programa vinculado à Rede Globo de televisão, onde os participantes são confinados em uma casa por meses, onde a cada semana um deles é eliminado, sendo o participante que ficar na casa, por último, o ganhador do prêmio.
Recentemente, acompanhando algumas exibições de capítulos de “A Fazenda” da Rede Record de Televisão, programa com uma proposta melhor do que o BigBrother, por ser em uma fazenda e ter todo um contexto rural, pude perceber que o programa é uma excelente fonte de observação do comportamento das pessoas, principalmente para os psicólogos.
Assistindo a um desses capítulos, um diálogo de duas das participantes, Danni Carlos e Danielle Souza, tive uma opinião conjunta, sobre o que elas refletiam.
Confinadas na sede da Fazendo há 2 meses, sem acesso a TV, rádio, internet, celular, ou qualquer meio de comunicação com o mundo externo, elas comentavam o sobre o assunto do confinamento e da ausência de informação. Disse Dani Carlo: - “Você tem notado que já estamos aqui há quase dois meses e não sentimos nenhuma falta do telefone celular?” A outra participante, Daniele, respondeu: “ – É verdade, nem mesmo da televisão sentimos falta. Isso significa que podemos viver perfeitamente sem estas coisas”.
Isto é uma grande verdade. Em nosso dia-a-dia nos prendemos à tecnologia e à informação de forma tão desesperada, que nos tornamos dependentes de tais coisas. Nos comportamos como que se não tivéssemos acesso ao celular, à internet ou à informação, não poderíamos viver. Isto é dependência.
Há pessoas que possuem dois, três celulares diferentes, e os usam de forma paralela. Consomem informação a todo o instante e já não admitem ouvir alguma notícia pela boca de um amigo, sem que primeiro já tenha visto algo na TV ou na internet. Acabamos, com isso, ficando presos a necessidades, e preenchemos com elas e outras coisas mais, um tempo valiosíssimo que poderíamos estar empregando, talvez, quem sabe, em coisas mais nobres. Não que não tenhamos tais tecnologias e entretenimentos, mas que possamos controlar melhor o seu uso, e voltarmos, por exemplo, a brincarmos de bola com as crianças no quintal de casa, ou na rua, ao invés de permitir que elas fiquem horas e mais horas na frente de um Vídeo Game, de uma TV e do computador.
Nem sempre aquilo que parece ser impossível que vivamos sem ter ou usar, realmente é essencial.
Alguém, certa vez, falando sobre o progresso do município e a tecnologia disponível onde vive, me disse: “-Que bom que nasci e estou vivendo nestas décadas, pois quem viveu neste município há uns 50 anos atrás só andava na lama, e não tinha acesso a nada. Que vida essa gente vivia?”
Eu respondi com a seguinte frase: “Elas nadavam e pescavam e passeavam com a família nos rios que agora nós transformamos em valão. Dormiam com as janelas abertas e sobrava um pouco de tempo ainda para ser mais felizes”.
Será que eles desejariam trocar a vida que viviam pelo progresso que alcançamos?

Gilberto Horácio.


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quanto vale o seu corpo


A tabela utilizada por seguradoras e agora uma tabela semelhante, utilizada pelo governo para pagar indenizações em acidentes de trânsito, através do imposto que pagamos junto ao IPVA, o Seguro Obrigatório para Veículos Automotores, o DPVAT, tenta definir valores que devem ser pagos em caso de invalidez e perda de partes do corpo humano.

Ao observar esta tabela, por curiosidade, me veio à mente a seguinte questão; “quanto vale um corpo humano saudável”, e a chamada "saúde", tão desejada por todos?

A referida tabela do governo, define valores, visivelmente simbólicos, para a maior parte dos membros do corpo, como, por exemplo, R$ 2.700,00 pela surdez de cada ouvido, ou 1.350,00 pela amputação de um dedo. Interessante pensar, se pudéssemos somar, o valor de cada parte de nosso corpo, em dinheiro, não baseado nesta tabela, mas baseado no valor em que as pessoas que tiverem membros do corpo perdidos ou invalidados, pagariam para tê-los novamente, ou curados.

Vi uma reportagem recente, sobre uma campanha que duas famílias estão fazendo, para que suas filhas, que nasceram cegas, possam fazer uma cirurgia experimental no exterior afim de que possam tentar recuperar a visão; valor de cada cirurgia: R$100.000,00 (e isso para uma experiência, sem garantias de sucesso). Em outra ocasião, também vi o drama de pessoas que perderam as mãos em acidentes, e a mais nova opção criação dos pesquisadores em termos de prótese, é uma mão biônica que possibilita a articulação dos dedos através de comandos cerebrais; custo de cada mão: R$ 150.000,00. No Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas necessitam de prótese de mãos ou pés.

As células-tronco, atualmente, tem sido a esperança de milhões de pessoas em todo o mundo, para que casos como os de paraplégicos ou tetraplégicos tenham um tratamento que possibilitem à recuperação de movimentos. Um hospital em Portugal, por exemplo, cobra 35 mil euros para um tratamento, também sem garantias de sucesso.

Diante destes valores e outros muitos que poderíamos somar, como o incalculável valor dos olhos, dos ouvidos, dos movimentos perfeitos e precisos que podemos realizar com nossas mãos diariamente, enfim de toda a magnitude e perfeição de nosso corpo, que recebemos de graça, como presente de Deus, podemos concluir que, o valor de um corpo humano saudável é incalculável, e, ultrapassaria milhões de dólares. Isso nos faz olhar a cada dia, a nós mesmos, e concluirmos que ainda que venhamos a estar, despidos de qualquer bem material, (só com a roupa do corpo, como dizem alguns) ainda assim somos ricos, possuímos um bem que milhares de pessoas, pagariam milhões, tudo o que possuem, para voltar a terem com saúde, que é o nosso corpo.

Isso significa que tenhamos ou não, as chances e oportunidades que outros tiveram para alcançarem bens materiais e dinheiro, não significa que ninguém (nem mesmo o mendigo) está desprovido, dos maiores bens físicos que possam existir: a vida e a saúde.

Paz e cuide de seu patrimônio; ele vale ouro.

Gilberto Horácio

domingo, 28 de junho de 2009

As melhores coisas custam mais caro?


Hoje, ouvi uma palavra com um significado especial que guardei em meu coração: “As coisas melhores custam mais caro”. A exemplo de um carro; quanto mais caro for, melhor será. E na mesma proporção, um celular, uma casa, uma televisão, uma roupa, enfim, tudo o que for o melhor, será o mais caro. E quem não quer o melhor para si? É verdade que todos, mas o significado desta frase não está voltado para o valor em dinheiro ou o bem que ele pode proporcionar, mas para algo muito além do que o que o dinheiro pode comprar.
O verdadeiro ensino da frase é a reflexão de que o que queremos de melhor para nossas vidas em termos de realização de sonhos pode custar bem mais caro do que pensamos. E isto é uma grande verdade. Todos nós temos sonhos, entretanto, quantos não abandonam os sonhos e deles desistem, pelo caminho, ao perceberem que para obterem o que sonharam terão pagar um preço muito alto?
Fiquei pensando: - Então aqueles que alcançaram seus sonhos, que os realizaram, pagaram este preço? A resposta está na frase em questão: “As melhores coisas...”.
Se você deseja as melhores coisas da vida, como caráter, honestidade, pureza, retidão, mansidão, fidelidade, fé, bondade, respeito; (sim estas são as melhores que me refiro) certamente pagará um preço alto. As coisas de preço baixo, não são as melhores, mas as mais fáceis, como o roubar, e o roubar, segundo li no livro “O Caçador de Pipas”, de Khaled Hosseini é o maior dos pecados. Quando você mente, está roubando o direito de alguém de saber a verdade, por mais que essa venha a machucar ou ferir, mas é a verdade.
Nas esquinas encontramos um monte de coisas baratas e fáceis de comprarmos e colocarmos em nossa “sacola”. - Essas coisas são tão práticas e tão “bonitinhas”, afinal quase todas as pessoas também compram!!!! – dizem alguns. –Ah que mal há em mentir, enganar as pessoas? Eu até posso me divertir com isso!!! Que mal há em desviar um dinheiro aqui e outro ali. Afinal o mundo é dos mais espertos!!! E é tão mais fácil! Custa muito menos agir assim! – dizem outras.
Mas a realidade é que pessoas que assim optam por viver, pelo fácil, o que custa pouco, se surpreenderão com a mercadoria de baixo valor. Pois o que custa pouco demais, na maioria das vezes, não vale nada. Não passa de um engano, que quando for notado já foi adquirido, e na realidade das escolhas da vida, nem sempre é possível trocar as mercadorias, pois aquelas que são realmente as melhores coisas custam-nos caro, e se não juntamos através da vida, através da verdade e do caráter durante... toda a vida, jamais conseguiremos delas comprar.
Pois as melhores coisas da vida podem custar caro, mas serão sempre as melhores.

Gilberto Horácio

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sua missão é seu ofício? Seu ofício é sua missão?


É comum perguntarmos às crianças o que elas desejam, o que sonham ser quando crescerem. São inimagináveis as repostas que são dadas por elas. Algumas possuem um rostinho de um professor e querem, na verdade, ser um caminhoneiro, outras possuem a própria imagem de um médico e desejam, na verdade, ser jogadores de futebol. Isso é até motivo de frustração para milhões pais que sempre idealizaram uma profissão para os filhos e eles seguiram seus próprios caminhos e aptidões.
Mas isso é algo normal e que provavelmente aconteceu conosco também. Mas como entender os motivos que nos levaram a termos a vida profissional, religiosa e social que temos exatamente hoje?
Se imaginarmos alguém que comece a trabalhar aos 14 anos e pare aos 65, essa pessoa terá trabalhado 51 anos de sua vida. Imagine se todos esses anos forem fazendo algo maçante e detestável, algo que não transmite um mínimo de satisfação e prazer? Simplesmente uma condenação.
Este fato sempre me incomodou porque sempre tive vontade de fazer tudo ao mesmo tempo: ser o cara da tecnologia e ser pastor, ser um advogado e ser um matemático, um escritor, um político, um ecologista, e por aí vai. Acredito que boa parte ou todos que estiverem lendo este texto também já sentiram isso na vida. A cada momento desejam ser algo diferente. Isso é algo que está intrínseco em nós.
Quando, como seres humanos, vemos alguém que desenvolva seu ofício, sua profissão, com prazer e de forma tão plena e completa somos cativados, mesmo que sem perceber, a desejarmos o mesmo para nós. Como é lindo ver um advogado se derramar em um julgamento para provar a inocência de um réu! Como é lindo ver um médico fazer o transplante de coração bem sucedido! Como é lindo ver um piloto de um Boeing levantar vôo sobre o oceano levando toneladas!!
Mas aí é que está a dificuldade: será que estamos fazendo aquilo que nascemos para fazer? É algo que nem sempre é fácil respondermos, e, por mais que amemos o que fazemos, acredito que todas as pessoas, lá no fundo, no íntimo, sempre ficaram com “a pulga atrás da orelha” ao imaginar o que poderiam ter feito diferente na vida, como segunda opção de ofício.
Acredito que, realmente, cada um nasceu com uma vocação, um chamado (vocar=chamar) para desempenhar algo que acrescente à sociedade, à humanidade. Alguns com uma visibilidade maior. (The Beatles!!! quem sabe??!!) outros com uma visibilidade quase imperceptível (o marinheiro que está protegendo nosso país agora em um farol no Rio Grande do Norte). Entretanto, uma coisa é certa: devemos tentar, na medida do possível, amar o que fazemos. (ou nunca desistirmos de procurarmos nosso ofício de chamado!!)
O interessante é que, o que fazemos passa ser o nosso dia-a-dia, o mais importante para nós. (Afinal quantas horas perdemos, distante de pessoas queridas por esse chamado “ofício”?) Aquelas pessoas envolvidas neste negócio são importantes e nosso status perante elas também. Devemos estar de terno, talvez, afinal todos estão!!!.
Devemos ler os livro ou ver os filmes ou assistir os jogos dos campeonatos, afinal, como ficarei se me perguntarem o resultado do último jogo, e eu não tiver assistido?
A realidade é que aquilo que fazemos, que gostamos, definirá as pessoas que estarão ao nosso redor, que nos influenciam e são influenciadas por nós. Definirá os eventos que julgaremos importantes (que para outros não tem valor algum, mas que para nós é tudo).
O pastor quer um terno novo para o encontro de pastores, e o jogador de futebol a melhor chuteira para a final do campeonato. O que é o terno para o jogador ou a chuteira para o pastor? Mas o ambiente que escolhemos para produzir nosso trabalho e relacionamentos acaba criando em nós a percepção do que valorizamos e damos a maior importância.
Sejamos felizes em nossos ofícios e sempre dispostos a “chutarmos o balde”, se preciso for, para ajustarmos nosso esforço desses, quem sabe, 51 anos de trabalho dando valor ao que de fato valorizamos.

Gilberto Horácio

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Qual é o seu “mundinho” agora? Já pensou?

Há uma frase que se tornou comum no meio popular que sugere que cada pessoa deve estar “no seu quadrado”, significando que cada pessoa tem um espaço reservado e por direito na sociedade e que este espaço deve ser respeitado. Isto é, cada indivíduo vive e move-se neste seu universo.

Pensando um pouco sobre o assunto e ainda movido pelas experiências de minhas férias onde pude me afastar completamente do trabalho e viajar para outro estado, cerca de 450 km de distância de minha casa e de minha rotina diária, concluí coisas que acredito serem interessantes.

Como seres humanos nos constituímos como sociedade e nela nos relacionamos e nos movemos. Não escolhemos onde nasceríamos e nem onde viveríamos; em que país, em que família, sobre em que condições. Simplesmente nascemos e crescemos até que possamos ter a compreensão do que somos; enquanto alguns estão nascendo no Brasil exatamente agora, outros estão nascendo na Nigéria. Desta forma, cada indivíduo conhece e convive em seu “mundinho” ao qual foi inserido nesta vida. Ali vai brincar com os amigos, estudar nas escolas da região, comprar pão na padaria do sr. João e dele ser amigo. Naquela região, provavelmente, vai se casar, ir à igreja, saber o nome das ruas e o número dos ônibus; qual supermercado vende mais barato e onde é mais bonito ou mais deserto. Esse é o mundo de cada um.

Interessante que se um indivíduo se desloca para outro lugar, seja um outro país ou cidade, ou até mesmo outro bairro, parece que se desconecta de seu “mundo” e entra automaticamente em outro. Agora comprará pão na padaria do sr. Alfredo, se relacionará com outras pessoas, freqüentará outros lugares, se assentará em outros bancos de praça; entretanto, será feliz da mesma maneira. Ainda que lembre e considere as pessoas e coisas de onde vivera, parece que seu mundo agora gira em torno de outras pessoas e lugares, e como as pessoas influenciam umas ás outras, certamente mudará muitos de seus hábitos e pensamentos, ao mergulhar em mundos diferentes.

Em uma rotina de trabalho, com reuniões e problemas da empresa na cabeça, durante toda a semana, os assuntos do trabalho sempre são levados em nossas mentes durante os fins de semana. Isso parece inevitável, e isso acaba sendo nosso mundo. As férias, por exemplo, assim como uma demissão e mudança de emprego, ou uma mudança de igreja ou endereço possuem esta capacidade de, como uma “máquina espacial” nos migrar, no colo, de um mundo para outro, totalmente diferente daquele que em rotina frenética diária jamais cogitaríamos mergulhar.

Quando solteiros, o tal mundo talvez seja garantir companhia de amigos que trazem segurança e conforto, quando casados talvez estes amigos já fiquem gradativamente pelo caminho das lembranças e outros virão com o cônjuge, agora falando de filhos e fraudas.

Li recentemente em uma revista o resultado de um estudo que diz que as pessoas conseguem apenas se relacionarem em um circulo de amizades de no máximo 150 pessoas. E que ao fazerem novos amigos, deixam outros para trás, por que nossa capacidade de nos relacionarmos simultaneamente é limitada. Podemos ter 1000 amigos no Orkut até, mas de forma próxima nos relacionaremos, em uma fase da vida, com um pequeno grupo desses 1000.

Alguém que troque de uma igreja, por exemplo, verá que a Maria, o João e o Frederico, se tornarão em outros personagens de sua vida, agora com outros nomes, endereços e característica; agora serão a Marcela, o Pedro e o Paulo.

Penso que alguém que saia de um grande centro urbano e passe a viver em uma cidadezinha do interior, desde que consiga sobreviver com dignidade, ainda que com menos recurso que possua, será feliz da mesma maneira; se souber construir seus relacionamentos perceberá que a praça de alimentação de um shopping com os amigos ou primos terá o prazer idêntico a um “canjicão” na festinha na praça da igreja com outros amigos ou primos também. A volta de carro no fim de semana na praia de Ipanema terá prazer igual a um passeio de bicicleta ou a cavalo em uma estrada empoeirada com outros amigos e pessoas que jamais pensaríamos amar um dia. Os rios e a alegria na caminhada terá o mesmo brilho.

O que jamais pode ser esquecido, e o que é o mais fantástico, é o que doamos de nós e o que absorvemos de cada pessoa. Pessoas são tesouros que jamais devemos trocar. Cada uma tem o seu valor e significado mais que especial. Isto devemos considerar e venerar por toda a vida.

E ao chegar em casa e as portas se fecharem no seu lar, não importará se sua casa está no Caribe, em Londres ou no Rio de Janeiro. Esse será seu lar. Esse é seu mundo atual, que deve ser vivido, pois amanhã talvez a máquina espacial poderá levar-nos a outro “mundo” com outras pessoas e cotidianos, lugares novos a descobrir e a nos surpreendermos, pois o melhor da vida é ser feliz onde nossos pés pisam, exatamente agora.

Gilberto Horácio

sexta-feira, 15 de maio de 2009

As boas idéias que mudam hábitos


Nesta semana ao fazer compras em uma loja dos supermarcados Carrefour, loja que freqüento há anos pela proximidade com minha casa e também pela qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela rede, observei que havia um compartimento em frente às caixas registradoras, contendo caixas de papelão descartadas pela loja; caixas estas que vieram com os produtos que são delas retirados e colocados nas prateleiras para venda aos clientes.
Ao observar uma mensagem escrita na frente do compartimento vi que dizia: “utilize estas caixas para embalar suas compras – seja um amigo do meio ambiente ao preserva-lo, evitando as sacolas plásticas.”
Achei a idéia brilhante e ao confirmar esta informação com uma funcionária do supermercado, decidi, ao fazer compras no Carrefour, usar, na maioria das vezes, quando de carro estiver, as caixas de papelão no lugar de usar das sacolas plásticas para embalar as compras. O motivo é óbvio: enquanto o plástico leva mais de 100 anos para se decompor, as caixas de papelão levam apenas 2 meses. Surpreendente diferença.
Eu já havia escrito algo semelhante sobre as sacolas Oxi-Biodegradáveis utilizadas pelas lojas C&A e pelo papel reciclado utilizado pelo Bradesco. Você pode lê-la também: A moda é respeitar o meio ambiente.
O mais interessante é perceber o quanto a consciência ecológica tem entrado em nosso dia-a-dia como um compromisso de todos. E estas boas idéias como esta do Carrefour são ações que demonstram a preocupação das empresas com o assunto, entretanto sabemos que são idéias, que talvez surgem como sugestão de um funcionário comum e acabam sendo institucionalizadas, o que demonstra a preocupação das pessoas comuns em levar para sua empresa, igreja, comunidade, escola, questões que possam melhorar a vida de todos e proteger o meio ambiente usufruindo-o de forma sustentável.

Parabéns ao Carrefour pela bela iniciativa.

Gilberto Horácio

sábado, 25 de abril de 2009

Trilhas, um esporte saudável

A cada ano tem aumentado o número de adeptos da prática de trilhas, especialmente no Brasil que possui um número considerável de matas, parques, reservas.
Eu sou praticante do esporte de trilhar há alguns anos e confesso que quem vai a primeira vez, fica encantado e volta muitas e muitas outras vezes. A caminhada em trilhas além de trazer um imenso benefício para a saúde, pois existem trilhas com subidas, obstáculos e descidas leves, altas e moderadas ainda trazem um imenso prazer e descanso para a mente.
O contato do homem com a fauna e flora, com o ambiente com suas mais diversas formas e cores e características se torna um verdadeiro refrigério e uma arma terapêutica contra qualquer tipo de doença, física ou psíquica.
Portanto, procurarei postar aqui, dentre outros assuntos, algumas dicas e informações sobre trilhas, como locais indicados e boas práticas para curtir em família e entre amigos este excelente esporte.

13 dicas para que o prazer de trilhar não agrida ao meio ambiente.

1 - Fazer fogo - O fogo é um dos grandes inimigos das florestas. Centenas de animais e plantas são destruídas a cada incêndio. Por isso, não devemos fazer fogueiras e nem deixar resto delas espalhadas pelo chão. Mesmo que pareçam apagadas, uma leve brisa poderá reacender o fogo e causar um grande estrago, pondo em risco, também, a vida das pessoas. Os balões e o descuido são os principais causadores dos incêndios.

2 - Deixar lixo - O lixo sempre é um grande problema. Ele enfeia a floresta, polui os rios, as trilhas e contamina os animais. Nas trilhas e passeios, leve sempre um saco de lixo e, se possível, recolha o lixo que encontrar.

3 - Retirar plantas, solos e materiais da floresta - tudo que você pode ver no ecossistema é importante para que ele “funcione” naturalmente. Ao retirar uma planta, animal ou mesmo uma pedra, você estará empobrecendo o ecossistema, colocando em risco espécies que já podem estar em extinção ou serem raras, além de estar interferindo na cadeia alimentar dos animais.

4 - Tomar banho e beber água - existem locais onde o banho é permitido. Mas em nenhum local é permitido o uso de sabões, xampus, etc. Eles sempre poluem as águas. Nos locais onde não é permitido o banho, a água é captada para consumo humano e, por tanto, tem de permanecer puras. Evite beber as águas dos rios ou córregos, elas podem estar contaminadas por fezes ou doenças dos bichos da floresta ou mesmo pelo uso das pessoas.

5 - Alimentar animais silvestres - os animais das florestas não estão acostumados ao nosso tipo de alimentação. Por isso, não dê alimentos de qualquer tipo, pois você poderá causar doenças e até a morte deles. Não deixe alimentos ou resto de alimentos desprotegidos ou no chão, jogue-os nos locais apropriados.

6 - Caçar - os animais silvestres tem tanto direito a vida quanto nós. Cada vez que um animal é caçado ou retirado do seu habitat, toda a natureza sofre. Devemos respeitar toda a vida e nos lembrarmos sempre de que na floresta, nós é que estamos na casa dos “outros”. Todos os animais são importantes e fazem parte de um ciclo de vida para que a floresta exista.

7 - Atalhos em trilhas - não se deve fazer e nem usar atalhos nas trilhas, pois eles não são o caminho natural. Usando atalhos, você poderá se perder e causar um grande dano ao ecossistema. Ande atento, pois poderá encontrar animais, inclusive peçonhentos e venenosos. Cuidado onde se apóia ou coloca a mão, pois pode ser uma toca ou haver algum animal. Use roupas que protejam de insetos e botas ou tênis até os tornozelos. Em caso de picada de cobras, aranha, escorpião ou qualquer outra que cause reação, procure imediatamente um hospital especializado. É importante saber descrever o animal ou, se este morrer, levá-lo junto.

8 - Deixar oferendas - Não deve-se permitir oferendas nem velas acesas.

9 - Depredar o patrimônio cultural - pichar pedra, árvores e construções, arrancar sinalizações, quebrar qualquer coisa que seja só serve para enfeiar os locais de trilha e por em risco você e outras pessoas. Ajude a manter o lugar que está lhe trazendo muitos benefícios. Seja um amigo das florestas.

10 - Sons - o Parque possui uma agradável sinfonia de sons naturais: as águas, os bichos, o vento e as árvores. Experimente andar um pouco em silêncio para ouvir os sons da floresta. Não grite ou coloque aparelhos sonoros em alto volume para não incomodar a floresta, os animais e as pessoas.

11 - Danificar as sinalizações - Respeite as sinalizações na floresta. Não as inutilize nem lhes cause danos. As setas e placas educativas são importantes para a orientação dos visitantes e a preservação da fauna e flora.

12 - Trazer animais domésticos - qualquer tipo de animal estranho a fauna da floresta é proibido. Os animais domésticos podem trazer doenças para os animais silvestres assim como também pegarem doenças, inclusive fatais. Além disso, alguns animais domésticos caçam os silvestres.

13 - Bicicletas - o uso de bicicletas nas trilhas não deve ser praticado pela erosão que causam e pelo risco de acidente tanto para o ciclista quanto para as pessoas que usam as trilhas, além da possibilidade do atropelamento de algum bicho.

Abs,

Gilberto Horácio

domingo, 19 de abril de 2009

Amar é se doar.

Uma coisa extraordinária é pensarmos o quanto Deus nos ama. Esse amor é incondicional, ou seja, é independe de que façamos algo em troca, para que sejamos. É um amor inexplicável e imensurável. Ainda que venhamos a desapontar seus propósitos para nossas vidas, Ele ainda continua a nos amar sem nenhuma sombra de variação.
Embora possa às vezes não parecer, mas Deus está cuidando de nós. Ainda que tudo pareça sombrio, não estamos sozinhos. Ele está conosco. Ele nos abençoa dia após dia e nos dá, mesmo que não mereçamos, tudo aquilo que supra as nossas necessidades.
Aprendi que o conceito de bênção está, por muitas vezes, destorcido de sua real grandeza. É comum atrelarmos a relação de sermos abençoado com aquilo que conquistamos de material, financeiro e tangível.
Deus, na verdade, quer nos transportar para outro patamar de significado do que seja ser abençoado. A verdadeira bênção está na compreensão de que aquele que pode amar e ser amado é alguém abençoado. O que mais precisamos, se temos ao nosso redor pessoas que amamos e que nos amam de igual forma? O que vier amais será acrescido como conseqüência natural de crescimento e maturidade. Mas a essência de ser abençoado está fortemente atrelado ao relacionar-se. Se doar como uma vida aos outros e ser receptivo ao compartilhar da vida dos outros.
Veja no Salmo 16 : 11: “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias .”
A alegria e o conceito de bênção estava em estar na presença do Rei. Presença, relacionamento, essência. Essa era a alegria do salmista que era a própria alegria do povo de Israel.
Nossa bênção está em estarmos agora na presença do Rei, na presença de Deus, podendo senti-lo, admira-lo, ouvi-lo, ama-lo. Isso é o melhor da vida: O compartilhar da criatura com o seu criador. É exatamente o que consigo sentir a cada culto que se inicia, quando meus passos são fortalecidos ao entrar na igreja para adorar ao Rei. Algo se move dentro de mim, ao sentir, de forma inquestionável, que a presença sobrenatural, mas terna, e amável de Deus se faz presente. É algo que jamais será explicado, e porque Ele age assim, mas isso é algo real. E não somente na igreja, mas em todo o lugar. Alí fica mais evidenciado, pois essa é a razão pela qual alí entramos.
Quando amamos alguém, podemos reconhecer o perfume, a voz, e até o jeito de pessoa andar quando se aproxima. E é inconfundível quando sentimos a presença de Deus, de Jesus e do Espírito Santo que se faz sublimemente e afetuosamente presente bem pertinho de nós.
Dele recebemos, da sua essência e de nossa essência o damos, pois é possível dar de si sem amar, mas é impossível amar, sem dá tudo de si.
Portanto somos abençoados, porque temos a presença e o amor de Deus, de Jesus e do Espírito Santo em nós. E ainda conosco muitos que amamos e que nos amam.
Deus nos abençoe a todos.

Um Abraço

Gilberto Horácio

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Voltei à vida.


Neste fim de semana o mundo se volta para as comemorações da páscoa. Isso mesmo: comemorações. E só comemoramos aquilo que acreditamos ser bom, aquilo que desejamos muito, aquilo que nos traz alegria e satisfação quando vemos concretizado. Um exemplo muito popular e comum é um gol em uma partida de futebol. Normalmente as pessoas gritam e pulam de alegria quando o seu time faz um gol e muito mais quando o time ganha a partida. Obviamente, se perguntarmos a um torcedor, após a comemoração de um gol, o motivo de tamanha alegria, ele nos explicará com ênfase seu amor e conhecimento sobre seu time favorito. Isto ocorre em diversas outras áreas de nossas vidas.

Interessante notar que as pessoas, em relação a comemorações relacionadas à fé, normalmente pouco sabem sobre o verdadeiro significado do que estão comemorando. No natal temos o amigo papai Noel e na páscoa nosso conhecido coelho com seus ovos de chocolate (embora coelhos não botem ovos, muito menos de chocolate). Mas é de grande importância sabermos o fundamento e o significado da páscoa para nós, sendo ela a data mais importante do calendário cristão.

Na Bíblia, no livro de Êxodo cap. 12 temos a narrativa da saída dos israelitas do Egito. Os israelitas eram escravos dos egípcios e viviam sobre uma dura servidão. Quando Deus ouviu as orações e o clamor do povo israelita e resolveu liberta-lo do Egito com mão forte, através de Moisés e Arão seu irmão, o faraó que possuía o governo do Egito em suas mãos não quis, obviamente, deixar o povo partir para a terra de Canaã. Deus então enviou várias pragas ao Egito sendo a última praga a morte de todos os primogênitos dos egípcios. Na noite em que o Senhor passou matando a todos os caçulas em cada casa egípcia, Ele poupou os filhos dos israelitas que haviam marcado a porta de suas casas com um pouco de sangue de um cordeiro sacrificado por cada família, seguindo orientação que Senhor havia dado previamente a Moisés.

Não havia uma só casa no Egito que não tivesse um morto naquela noite, mas os israelitas nada sofreram e assim faraó deixou os israelitas partirem, embora este mesmo faraó tenha perseguido ao povo, em seguida, quando o Senhor Deus matou ao faraó e a todo o seu exército afogados no Mar Vermelho.

Essa saída do Egito, esta libertação, o Senhor Deus chamou de páscoa e ordenou que anualmente os israelitas, no mês em que foram libertos da escravidão, comemorassem essa libertação.

Hoje, como cristãos, comemoramos a nossa libertação da escravidão da morte que todos os homens estavam condenados, para a liberdade da vida assegurada através da morte e ressurreição de Jesus Cristo na cruz, em Jerusalém, há um pouco mais de dois mil anos atrás.

Jesus é a nossa páscoa. Na sexta-feira, chamada santa, lembramos a morte de Jesus e um sábado sombrio se seguiu quando Ele sob a morte submeteu-se. No primeiro dia da semana, o domingo, comemoramos o maior acontecimento em toda a história da existência da vida. Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos. Ele deixou o seu túmulo e voltou a viver, voltou a respirar, seu coração voltou a bater, seus olhos abriram, a temperatura de seu corpo voltar ao normal de um ser humano vivo e ele foi feito novamente alma vivente.

Através deste acontecimento, Ele nos garantiu; isso mesmo! Nos deu total garantia de que a ressurreição dos mortos é agora uma realidade e que não ficaria só Nele, mas que todos nós ressuscitaremos assim como Ele também ressuscitou.

"Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor Jesus ,ressuscitará a nós pelo seu poder." (I Coríntios 6 : 14)

"Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco." (II Coríntios 4 : 14)

Se Jesus não tivesse ressuscitado nós estaríamos perdidos e não haveria sentido algum em viver, se o que conhecemos por vida terminasse em um cemitério qualquer. Mas porque ele ressuscitou e nos prometeu que nos ressuscitaria também, temos a esperança de vida eterna que traz sentido à nossa existência e faz com que as coisas se encaixem. Há uma razão em viver. Viveremos ao lado dele. Pois Ele prometeu ao subir aos céus que voltaria para nos levar para que onde Eles estiver, estejamos nós também. E pode ser hoje mesmo nosso encontro com Ele, ou quem de nós pode garantir que estará vivo daqui a cinco minutos? Ninguém.

Portanto é grande nossa comemoração pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. Agora sim Desejo uma feliz Páscoa a todos.

"E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 14 : 3) Palavras de. Jesus Cristo que está Vivo e ressuscitado e nos aguarda”.

Gilberto Horácio


segunda-feira, 30 de março de 2009

Pense antes de comer.

Tem sido assustadora a realidade mundial onde as pessoas vivem a cada dia mais à base de remédios. Todas as espécies possíveis de medicamentos fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo. Há uma farmácia a cada esquina. Remédios são vendidos pela internet, por telefone, e até pelo celular. Tudo é facilitado pois o lucro das empresas detentoras dos direitos de produção e comercialização dos medicamentos é incalculável. Muito se fala e se conjectura no aspecto da possibilidade de já existir a cura para determinadas doenças e que são omitidas para que não freie o monumental lucro da indústria farmacêutica, principalmente os controlados de uso contínuo.

É bem verdade que a medicina e as pesquisas avançaram muitos nas últimas décadas e que os medicamentos são uma verdadeira revolução no combate a doenças que antes levavam milhares de pessoas à morte. Mas é que vemos em todo o mundo é uma verdadeira banalização do uso de medicamentos.

Tenho observado e procurado estudar sobre uma outra tendência em todo o mundo que é a alimentação saudável, uma alimentação mais pensada e estudada. Há inúmeros livros sobre o tema, que mostram que somos o que de fato comemos, e que mostram os alimentos saudáveis como uma fonte inesgotável de vida e saúde.

Ora, se os medicamentos são extraídos da natureza, e industrializados, porque não assumir uma postura de permitir que meu organismo extraia diariamente, lentamente e programaticamente esta essência de vida que existe nos alimentos. Vitaminas, proteínas, carboidratos, ferro, sódio, cálcio, tudo ao alcance de todos a preços infinitamente menor do que os remédios industrializados.

Os remédios são extremamente importantes para um corpo que busca a saúde e a cura, entretanto uma alimentação saudável, baseada em frutas, legumes, cereais integrais, etc é a verdadeira base para uma vida sem doenças e saudável. Remédios com uma alimentação fraca e deficiente não terão êxito algum.

Para que se chegue a uma rotina de alimentar-se de forma saudável e fortalecer seu corpo dia após para evitar doenças ou combate-las é preciso consultar um nutricionista ou fazer suas próprias pesquisas em livros, revistas e internet. Mas o importante é que você possa tomar a decisão, hoje, de entender que são os alimentos saudáveis a base para uma vida verdadeiramente livre de doenças.

De alguns anos para cá tenho investido e apostado nisto, incluindo por exemplo em minha alimentação diária, a soja, importante fonte de proteína, a qual raramente entrava em minha alimentação. A soja comercializada em diferentes formas, como em extrato, descascada, em grãos não está presente na maioria das mesas dos brasileiros. Através de nossos olhares focando neste compromisso de tentarmos investir em saúde através do que comemos e não apenas através de remédios é a certeza de uma vida mais saudável e feliz. Afinal é verdadeiro o ditado: é melhor prevenir do que remediar.

Gilberto Horácio

terça-feira, 24 de março de 2009

Hora do Planeta - No dia 28 de MARÇO, às 20h30min - APAGUE suas LUZES



Hora do Planeta - No dia 28 de MARÇO, às 20h30min - APAGUE suas LUZES por 1 HORA. Demonstre sua preocupação com o aquecimento global!

O Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, movimento conhecido internacionalmente como Earth Hour que combate o aquecimento global. um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Realizado pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com 2,2 milhões de pessoas em Sdiney, na Austrália e, em 2008, foram mais de 50 milhões de participantes de 400 cidades em 35 países. A ideia é apagar as luzes de monumentos de grandes capitais do mundo, num ato simbólico para sensibilizar a população e pressionar os governos.

Neste ano, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e de um bilhão de pessoas em todo o mundo. Além do Rio de Janeiro foi anunciada hoje a participação de outras cidades mundiais, como Atenas, Buenos Aires, Edimburgo e Nova Iorque. Até o momento, mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão.

sábado, 21 de março de 2009

22 de março. Dia Mundial da Água

Amanhã, dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Como alguém que se apaixona a cada dia mais e mais pelo meio ambiente eu não poderia deixar de escrever algo sobre aquela que é a essência e a seiva de toda a forma de vida no planeta: a água. No dia 22 de março de 1992 a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o Dia Mundial da água e criou a Declaração Universal dos Direitos da Água. Desta forma todos os anos nesta data o mundo se volta e intensifica as discussões e os debates em relação a esse bem natural e insubstituível que á a água.

Embora dois terços do planeta Terra sejam cobertos por água, menos de 1% desta água é potável. Com o aumento da população mundial e consecutivamente o aumento da poluição da água potável constante em rios, lagos e fontes aliado às mudanças climáticas ocorridas nas últimas décadas provocadas pelo efeito estufa, o risco de que a água se esgote é iminente.

Por isso a Declaração Universal dos Direitos da Água fala por si só, e eu a copiarei de forma integral abaixo para que possamos espalhar este debate e a reflexão entre nossos amigos e parentes, não apenas neste dia 22 de março mas em todos os dias do ano. Que o compromisso de preservar a água, racionalizando o seu uso e preservar suas fontes de obtenção seja um compromisso de todos, pois disso depende a continuidade de qualquer espécie de vida conhecida no planeta. Sim a água não é uma herança de nossos antepassados mas é um bem que devemos repassar aos nossos sucessores que habitarão no planeta nos próximos séculos.

Que possamos refletir, dividir e racionalizar aquela que é a essencial às nossas vidas e à vida de bilhões de seres em todo o mundo: essa extraordinária maravilha da vida que é a água.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

Gilberto Horácio

domingo, 1 de março de 2009

Crianças Desaparecidas.

Passando pela Rodovia Presidente Dutra, recentemente, ao pagar o pedágio, recebi o meu ticket comprovante de pagamento. Nele estava estampada, no verso, a foto de uma criança; uma criança desaparecida no dia 06/03/2008. Ao terminar a leitura do ticket é que percebi que a Nova Dutra, a concessionária que administra a rodovia, estampa em todos os tickets entregues aos motoristas, no verso, fotos de crianças desaparecidas, com nome completo, data de nascimento, data de desaparecimento e cidade onde desaparecera. Nos dois tickets que recebi, de ida e de volta estavam informações de crianças de São Paulo: Camila Coroni de 9 anos, desaparecida no dia 06 de março de 2008 e Albert de Souza de Deus Godinho, de 12 anos, desaparecido em 02 de junho de 2003.

Esta iniciativa mostra uma ação independente da empresa no apoio às autoridades na tentativa de localização destas crianças desaparecidas. O que mostra que cada um de nós deve fazer sua parte para tentarmos amenizar o sofrimento de pessoas que passam pela dor de um parente desaparecido. Como a rodovia liga as duas mais importantes regiões metropolitanas do país, Rio de Janeiro e São Paulo, a distribuição destas fotos aos motoristas é uma idéia fantástica e que é uma importante ferramenta na tentativa de localizar estas crianças.

O ticket menciona a Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD), divulgando seu telefone para a passagem de informações e pistas que levem à crianças desaparecidas. Fazendo uma pesquisa, à parte, cheguei ao site da ABCD que possui o seguinte endereço: http://www.maesdase.org.br. Descobri que outras empresas também participam de alguma forma ajudando à ABCD e lá outras empresas também podem se ajuntar para que com algum projeto ajude na missão de encontrar o paradeiro destas crianças desaparecidas.

Como pessoas comuns, talvez não possamos fazer muito, mas devemos estar atentos ao nosso redor em situações estranhas que possam nos fazer perceber no meio da multidão que uma criança pode estar sendo conduzida por estranhos e de forma suspeita e jamais nos omitirmos. E na dúvida, buscar auxílio da policia, mesmo que de forma anônima.

Como pessoas jurídicas, como empresas, a responsabilidade de auxiliar na localização destas crianças é de suma importância, como faz a Nova Dutra. Para criar um projeto para auxilio na busca de crianças ligue para a ABCD. O telefone é (11) 3337-3331.

Termino deixando algumas palavras que retirei do site da ABDC: “Nossa força vem da esperança em que essas pessoas possam ser reencontradas, dando a essas histórias o fim que todos desejam.”

Que possamos denunciar todo e qualquer crime, principalmente contra crianças e jamais nos omitirmos diante de atos de violência.

Gilberto Horácio