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Notícias podem mudar a sua vida.

terça-feira, 4 de agosto de 2009
Informação não é conhecimento.

Com a facilitação e a abertura do acesso à informação às grandes massas, pelos mais diversificados meios de comunicação, somos bombardeados diariamente, em quantidade dessa informação, de forma infinitamente superior a que podemos absorver; jornais, revistas, e-mails, sites da internet, celular, televisão, rádio, livros, cartazes. Informação para todos os gêneros, idades e interesses.
Ficamos cada vez mais dependentes destes canais de informação. A quantidade e a diversidade de conteúdo de forma tão veloz se tornam em problema no momento em que já não somos capazes de reter e gerenciar tanta informação de forma eficiente,
A informação em tempo real alavanca negócios e relacionamentos em todas as esferas, e se tornou uma exigência, principalmente no ambiente de trabalho.
O procedimento padrão ao se ligar o computador, por exemplo, é a leitura de e-mails, consulta a sites informativos, noticiários, pesquisas rápidas em mecanismos de busca, acesso a sites de relacionamentos, etc. De link em link nossa mente vai sendo desafiada a guardar informação e mais informação.
Notícias locais, internacionais, cotações financeiras, o trânsito engarrafado, a previsão do tempo para o próximo dia, o evento que estamos esperando, o novo livro que saiu, o novo filme que está em cartaz e ainda não vimos, um novo método, conceito ou descoberta dentro de nossa profissão, o idioma que estamos pesquisando, o curso que estamos estudando, e por aí vai.
Com isso, muitas vezes nos encontramos mergulhando e lendo sobre um assunto que foge completamente de nossa área de conhecimento e interesse. Pesquisamos sobre alguma enfermidade que tivemos, pesquisamos dados sobre os times e jogadores do campeonato que gostamos, sobre uma determinada religião, sobre tipos de vinhos, lugares que queremos conhecer, sobre a política do município, estado ou país onde vivemos e ainda queremos, cada vez mais, ter informações, sobre fatos e assuntos dos mais diversos possíveis.
Cinema, música, tecnologia, futebol, tendências, moda; tudo exige atualização contínua e rápida. Há a possibilidade de recebermos informativos no celular a todo o instante, acessarmos a internet de todos os lugares e por diversos meios, recebermos uma centena de jornais e revistas, assistirmos em centenas de canais abertos e pagos da TV tudo o que em um passado bem próximo só era acessível no mundo acadêmico de uma universidade. Resultado: tornamos-nos vítimas do excesso de conteúdo e da informação em si. que nossa mente jamais poderia absorver. Com isso a tendência é que se chegue à fadiga mental e ao estresse comprometendo nossa capacidade de reter o que realmente é importante.
Entretanto, o maior perigo é o preenchimento do tempo, e confundirmos bagagem de informação com bagagem de conhecimento. A informação pode ser volátil e passageira, superficial e não duradoura, enquanto que o conhecimento é maduro, sólido e duradouro.
A realidade é que lemos muito e aprendemos pouco. Estamos estudando um pouco de tudo e tendo conhecimento de muito pouco. Será que as dezenas de apresentações em PowerPoint, textos e correntes que recebemos diariamente em nossos e-mails precisam realmente ser lidas?
Será que a leitura dos próximos capítulos das novelas, a leitura dos melhores momentos do jogo do time da segunda divisão, o aprofundamento dos estudos arqueológicos do Egito, gravando os nomes dos arqueólogos só para contar em uma conversa de amigos é realmente fundamental?
É comum reclamarmos de falta de tempo para nos aprofundarmos nos estudos e especializações na área em que atuamos, mas é comum desperdiçarmos tempo consumindo informação que, por vezes, achamos ser conhecimento e na verdade não é.
Acredito que num universo cada vez mais poluído de informação “pipocando” de todos os lados é bom identificarmos que o que realmente nos agrega é o conhecimento com sua solidez, o qual o tempo não apaga e nem nos tira.
O segredo parece ser perguntar a si mesmo, sempre: “Eu preciso realmente ler e manter-me atualizado nisto? Eu preciso realmente saber sobre este assunto? O que isso me acrescentará? Imaginar-se num verdadeiro self-service da informação em que eu escolho colocar em meu “prato” somente aquilo que, de fato, preciso para me alimentar. Isso na prática significa apagar muitos e-mails, deixar de clicar em muitos links que te levarão a navegar inutilmente por horas a lugares não planejados, cancelar a assinatura de algumas revistas ou jornais, ir aos canais e programas de TV específicos, e até esquecer-se daqueles cursos ou congressos que fogem completamente de nossa área de formação e interesse principal e surgem no meio do caminho.
E o preço pago pela informação não é barato. Se considerarmos tudo o que gastamos para nos mantermos informados através dos diversos meios de comunicação somados ao valioso tempo em que empregamos nessa busca vamos entender a importância que devemos dar para canalizarmos nossa atenção, nosso esforço, nosso tempo e nosso dinheiro naquilo que realmente precisamos receber e reter.
Ao acessarmos a internet, ao ligarmos a TV ou rádio, ao abrirmos o jornal, ao escolhermos uma revista, ao irmos a um congresso ou matricular-nos em um curso devemos agir exatamente como a correta forma de ir ao supermercado, tendo bem definido o que se quer “comprar”, para que ao passarmos no “caixa” não vermos um carrinho cheio de produtos, os quais não haveria qualquer necessidade de compramos.
Gilberto Horacio
sábado, 25 de julho de 2009
A Fazenda

sexta-feira, 10 de julho de 2009
Quanto vale o seu corpo
domingo, 28 de junho de 2009
As melhores coisas custam mais caro?

sexta-feira, 12 de junho de 2009
Sua missão é seu ofício? Seu ofício é sua missão?

sexta-feira, 29 de maio de 2009
Qual é o seu “mundinho” agora? Já pensou?

Há uma frase que se tornou comum no meio popular que sugere que cada pessoa deve estar “no seu quadrado”, significando que cada pessoa tem um espaço reservado e por direito na sociedade e que este espaço deve ser respeitado. Isto é, cada indivíduo vive e move-se neste seu universo.
Pensando um pouco sobre o assunto e ainda movido pelas experiências de minhas férias onde pude me afastar completamente do trabalho e viajar para outro estado, cerca de 450 km de distância de minha casa e de minha rotina diária, concluí coisas que acredito serem interessantes.
Como seres humanos nos constituímos como sociedade e nela nos relacionamos e nos movemos. Não escolhemos onde nasceríamos e nem onde viveríamos; em que país, em que família, sobre em que condições. Simplesmente nascemos e crescemos até que possamos ter a compreensão do que somos; enquanto alguns estão nascendo no Brasil exatamente agora, outros estão nascendo na Nigéria. Desta forma, cada indivíduo conhece e convive em seu “mundinho” ao qual foi inserido nesta vida. Ali vai brincar com os amigos, estudar nas escolas da região, comprar pão na padaria do sr. João e dele ser amigo. Naquela região, provavelmente, vai se casar, ir à igreja, saber o nome das ruas e o número dos ônibus; qual supermercado vende mais barato e onde é mais bonito ou mais deserto. Esse é o mundo de cada um.
Interessante que se um indivíduo se desloca para outro lugar, seja um outro país ou cidade, ou até mesmo outro bairro, parece que se desconecta de seu “mundo” e entra automaticamente em outro. Agora comprará pão na padaria do sr. Alfredo, se relacionará com outras pessoas, freqüentará outros lugares, se assentará em outros bancos de praça; entretanto, será feliz da mesma maneira. Ainda que lembre e considere as pessoas e coisas de onde vivera, parece que seu mundo agora gira em torno de outras pessoas e lugares, e como as pessoas influenciam umas ás outras, certamente mudará muitos de seus hábitos e pensamentos, ao mergulhar em mundos diferentes.
Em uma rotina de trabalho, com reuniões e problemas da empresa na cabeça, durante toda a semana, os assuntos do trabalho sempre são levados em nossas mentes durante os fins de semana. Isso parece inevitável, e isso acaba sendo nosso mundo. As férias, por exemplo, assim como uma demissão e mudança de emprego, ou uma mudança de igreja ou endereço possuem esta capacidade de, como uma “máquina espacial” nos migrar, no colo, de um mundo para outro, totalmente diferente daquele que em rotina frenética diária jamais cogitaríamos mergulhar.
Quando solteiros, o tal mundo talvez seja garantir companhia de amigos que trazem segurança e conforto, quando casados talvez estes amigos já fiquem gradativamente pelo caminho das lembranças e outros virão com o cônjuge, agora falando de filhos e fraudas.
Li recentemente em uma revista o resultado de um estudo que diz que as pessoas conseguem apenas se relacionarem em um circulo de amizades de no máximo 150 pessoas. E que ao fazerem novos amigos, deixam outros para trás, por que nossa capacidade de nos relacionarmos simultaneamente é limitada. Podemos ter 1000 amigos no Orkut até, mas de forma próxima nos relacionaremos, em uma fase da vida, com um pequeno grupo desses 1000.
Alguém que troque de uma igreja, por exemplo, verá que a Maria, o João e o Frederico, se tornarão em outros personagens de sua vida, agora com outros nomes, endereços e característica; agora serão a Marcela, o Pedro e o Paulo.
Penso que alguém que saia de um grande centro urbano e passe a viver em uma cidadezinha do interior, desde que consiga sobreviver com dignidade, ainda que com menos recurso que possua, será feliz da mesma maneira; se souber construir seus relacionamentos perceberá que a praça de alimentação de um shopping com os amigos ou primos terá o prazer idêntico a um “canjicão” na festinha na praça da igreja com outros amigos ou primos também. A volta de carro no fim de semana na praia de Ipanema terá prazer igual a um passeio de bicicleta ou a cavalo em uma estrada empoeirada com outros amigos e pessoas que jamais pensaríamos amar um dia. Os rios e a alegria na caminhada terá o mesmo brilho.
O que jamais pode ser esquecido, e o que é o mais fantástico, é o que doamos de nós e o que absorvemos de cada pessoa. Pessoas são tesouros que jamais devemos trocar. Cada uma tem o seu valor e significado mais que especial. Isto devemos considerar e venerar por toda a vida.
E ao chegar em casa e as portas se fecharem no seu lar, não importará se sua casa está no Caribe, em Londres ou no Rio de Janeiro. Esse será seu lar. Esse é seu mundo atual, que deve ser vivido, pois amanhã talvez a máquina espacial poderá levar-nos a outro “mundo” com outras pessoas e cotidianos, lugares novos a descobrir e a nos surpreendermos, pois o melhor da vida é ser feliz onde nossos pés pisam, exatamente agora.
Gilberto Horácio
sexta-feira, 15 de maio de 2009
As boas idéias que mudam hábitos

sábado, 25 de abril de 2009
Trilhas, um esporte saudável

domingo, 19 de abril de 2009
Amar é se doar.

sábado, 18 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Voltei à vida.

Neste fim de semana o mundo se volta para as comemorações da páscoa. Isso mesmo: comemorações. E só comemoramos aquilo que acreditamos ser bom, aquilo que desejamos muito, aquilo que nos traz alegria e satisfação quando vemos concretizado. Um exemplo muito popular e comum é um gol em uma partida de futebol. Normalmente as pessoas gritam e pulam de alegria quando o seu time faz um gol e muito mais quando o time ganha a partida. Obviamente, se perguntarmos a um torcedor, após a comemoração de um gol, o motivo de tamanha alegria, ele nos explicará com ênfase seu amor e conhecimento sobre seu time favorito. Isto ocorre em diversas outras áreas de nossas vidas.
Interessante notar que as pessoas, em relação a comemorações relacionadas à fé, normalmente pouco sabem sobre o verdadeiro significado do que estão comemorando. No natal temos o amigo papai Noel e na páscoa nosso conhecido coelho com seus ovos de chocolate (embora coelhos não botem ovos, muito menos de chocolate). Mas é de grande importância sabermos o fundamento e o significado da páscoa para nós, sendo ela a data mais importante do calendário cristão.
Na Bíblia, no livro de Êxodo cap. 12 temos a narrativa da saída dos israelitas do Egito. Os israelitas eram escravos dos egípcios e viviam sobre uma dura servidão. Quando Deus ouviu as orações e o clamor do povo israelita e resolveu liberta-lo do Egito com mão forte, através de Moisés e Arão seu irmão, o faraó que possuía o governo do Egito em suas mãos não quis, obviamente, deixar o povo partir para a terra de Canaã. Deus então enviou várias pragas ao Egito sendo a última praga a morte de todos os primogênitos dos egípcios. Na noite em que o Senhor passou matando a todos os caçulas em cada casa egípcia, Ele poupou os filhos dos israelitas que haviam marcado a porta de suas casas com um pouco de sangue de um cordeiro sacrificado por cada família, seguindo orientação que Senhor havia dado previamente a Moisés.
Não havia uma só casa no Egito que não tivesse um morto naquela noite, mas os israelitas nada sofreram e assim faraó deixou os israelitas partirem, embora este mesmo faraó tenha perseguido ao povo, em seguida, quando o Senhor Deus matou ao faraó e a todo o seu exército afogados no Mar Vermelho.
Essa saída do Egito, esta libertação, o Senhor Deus chamou de páscoa e ordenou que anualmente os israelitas, no mês em que foram libertos da escravidão, comemorassem essa libertação.
Hoje, como cristãos, comemoramos a nossa libertação da escravidão da morte que todos os homens estavam condenados, para a liberdade da vida assegurada através da morte e ressurreição de Jesus Cristo na cruz, em Jerusalém, há um pouco mais de dois mil anos atrás.
Jesus é a nossa páscoa. Na sexta-feira, chamada santa, lembramos a morte de Jesus e um sábado sombrio se seguiu quando Ele sob a morte submeteu-se. No primeiro dia da semana, o domingo, comemoramos o maior acontecimento em toda a história da existência da vida. Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos. Ele deixou o seu túmulo e voltou a viver, voltou a respirar, seu coração voltou a bater, seus olhos abriram, a temperatura de seu corpo voltar ao normal de um ser humano vivo e ele foi feito novamente alma vivente.
Através deste acontecimento, Ele nos garantiu; isso mesmo! Nos deu total garantia de que a ressurreição dos mortos é agora uma realidade e que não ficaria só Nele, mas que todos nós ressuscitaremos assim como Ele também ressuscitou.
"Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor Jesus ,ressuscitará a nós pelo seu poder." (I Coríntios 6 : 14)
"Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco." (II Coríntios 4 : 14)
Se Jesus não tivesse ressuscitado nós estaríamos perdidos e não haveria sentido algum em viver, se o que conhecemos por vida terminasse em um cemitério qualquer. Mas porque ele ressuscitou e nos prometeu que nos ressuscitaria também, temos a esperança de vida eterna que traz sentido à nossa existência e faz com que as coisas se encaixem. Há uma razão em viver. Viveremos ao lado dele. Pois Ele prometeu ao subir aos céus que voltaria para nos levar para que onde Eles estiver, estejamos nós também. E pode ser hoje mesmo nosso encontro com Ele, ou quem de nós pode garantir que estará vivo daqui a cinco minutos? Ninguém.
Portanto é grande nossa comemoração pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. Agora sim Desejo uma feliz Páscoa a todos.
"E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 14 : 3) Palavras de. Jesus Cristo que está Vivo e ressuscitado e nos aguarda”.
Gilberto Horácio
segunda-feira, 30 de março de 2009
Pense antes de comer.

Tem sido assustadora a realidade mundial onde as pessoas vivem a cada dia mais à base de remédios. Todas as espécies possíveis de medicamentos fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo. Há uma farmácia a cada esquina. Remédios são vendidos pela internet, por telefone, e até pelo celular. Tudo é facilitado pois o lucro das empresas detentoras dos direitos de produção e comercialização dos medicamentos é incalculável. Muito se fala e se conjectura no aspecto da possibilidade de já existir a cura para determinadas doenças e que são omitidas para que não freie o monumental lucro da indústria farmacêutica, principalmente os controlados de uso contínuo.
É bem verdade que a medicina e as pesquisas avançaram muitos nas últimas décadas e que os medicamentos são uma verdadeira revolução no combate a doenças que antes levavam milhares de pessoas à morte. Mas é que vemos em todo o mundo é uma verdadeira banalização do uso de medicamentos.
Tenho observado e procurado estudar sobre uma outra tendência em todo o mundo que é a alimentação saudável, uma alimentação mais pensada e estudada. Há inúmeros livros sobre o tema, que mostram que somos o que de fato comemos, e que mostram os alimentos saudáveis como uma fonte inesgotável de vida e saúde.
Ora, se os medicamentos são extraídos da natureza, e industrializados, porque não assumir uma postura de permitir que meu organismo extraia diariamente, lentamente e programaticamente esta essência de vida que existe nos alimentos. Vitaminas, proteínas, carboidratos, ferro, sódio, cálcio, tudo ao alcance de todos a preços infinitamente menor do que os remédios industrializados.
Os remédios são extremamente importantes para um corpo que busca a saúde e a cura, entretanto uma alimentação saudável, baseada em frutas, legumes, cereais integrais, etc é a verdadeira base para uma vida sem doenças e saudável. Remédios com uma alimentação fraca e deficiente não terão êxito algum.
Para que se chegue a uma rotina de alimentar-se de forma saudável e fortalecer seu corpo dia após para evitar doenças ou combate-las é preciso consultar um nutricionista ou fazer suas próprias pesquisas em livros, revistas e internet. Mas o importante é que você possa tomar a decisão, hoje, de entender que são os alimentos saudáveis a base para uma vida verdadeiramente livre de doenças.
De alguns anos para cá tenho investido e apostado nisto, incluindo por exemplo em minha alimentação diária, a soja, importante fonte de proteína, a qual raramente entrava em minha alimentação. A soja comercializada em diferentes formas, como em extrato, descascada, em grãos não está presente na maioria das mesas dos brasileiros. Através de nossos olhares focando neste compromisso de tentarmos investir em saúde através do que comemos e não apenas através de remédios é a certeza de uma vida mais saudável e feliz. Afinal é verdadeiro o ditado: é melhor prevenir do que remediar.
Gilberto Horácio
terça-feira, 24 de março de 2009
Hora do Planeta - No dia 28 de MARÇO, às 20h30min - APAGUE suas LUZES

sábado, 21 de março de 2009
22 de março. Dia Mundial da Água

Amanhã, dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Como alguém que se apaixona a cada dia mais e mais pelo meio ambiente eu não poderia deixar de escrever algo sobre aquela que é a essência e a seiva de toda a forma de vida no planeta: a água. No dia 22 de março de 1992 a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o Dia Mundial da água e criou a Declaração Universal dos Direitos da Água. Desta forma todos os anos nesta data o mundo se volta e intensifica as discussões e os debates em relação a esse bem natural e insubstituível que á a água.
Embora dois terços do planeta Terra sejam cobertos por água, menos de 1% desta água é potável. Com o aumento da população mundial e consecutivamente o aumento da poluição da água potável constante em rios, lagos e fontes aliado às mudanças climáticas ocorridas nas últimas décadas provocadas pelo efeito estufa, o risco de que a água se esgote é iminente.
Por isso a Declaração Universal dos Direitos da Água fala por si só, e eu a copiarei de forma integral abaixo para que possamos espalhar este debate e a reflexão entre nossos amigos e parentes, não apenas neste dia 22 de março mas em todos os dias do ano. Que o compromisso de preservar a água, racionalizando o seu uso e preservar suas fontes de obtenção seja um compromisso de todos, pois disso depende a continuidade de qualquer espécie de vida conhecida no planeta. Sim a água não é uma herança de nossos antepassados mas é um bem que devemos repassar aos nossos sucessores que habitarão no planeta nos próximos séculos.
Que possamos refletir, dividir e racionalizar aquela que é a essencial às nossas vidas e à vida de bilhões de seres em todo o mundo: essa extraordinária maravilha da vida que é a água.
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Gilberto Horácio
domingo, 1 de março de 2009
Crianças Desaparecidas.

Passando pela Rodovia Presidente Dutra, recentemente, ao pagar o pedágio, recebi o meu ticket comprovante de pagamento. Nele estava estampada, no verso, a foto de uma criança; uma criança desaparecida no dia 06/03/2008. Ao terminar a leitura do ticket é que percebi que a Nova Dutra, a concessionária que administra a rodovia, estampa em todos os tickets entregues aos motoristas, no verso, fotos de crianças desaparecidas, com nome completo, data de nascimento, data de desaparecimento e cidade onde desaparecera. Nos dois tickets que recebi, de ida e de volta estavam informações de crianças de São Paulo: Camila Coroni de 9 anos, desaparecida no dia 06 de março de 2008 e Albert de Souza de Deus Godinho, de 12 anos, desaparecido em 02 de junho de 2003.
Esta iniciativa mostra uma ação independente da empresa no apoio às autoridades na tentativa de localização destas crianças desaparecidas. O que mostra que cada um de nós deve fazer sua parte para tentarmos amenizar o sofrimento de pessoas que passam pela dor de um parente desaparecido. Como a rodovia liga as duas mais importantes regiões metropolitanas do país, Rio de Janeiro e São Paulo, a distribuição destas fotos aos motoristas é uma idéia fantástica e que é uma importante ferramenta na tentativa de localizar estas crianças.
O ticket menciona a Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas (ABCD), divulgando seu telefone para a passagem de informações e pistas que levem à crianças desaparecidas. Fazendo uma pesquisa, à parte, cheguei ao site da ABCD que possui o seguinte endereço: http://www.maesdase.org.br. Descobri que outras empresas também participam de alguma forma ajudando à ABCD e lá outras empresas também podem se ajuntar para que com algum projeto ajude na missão de encontrar o paradeiro destas crianças desaparecidas.
Como pessoas comuns, talvez não possamos fazer muito, mas devemos estar atentos ao nosso redor em situações estranhas que possam nos fazer perceber no meio da multidão que uma criança pode estar sendo conduzida por estranhos e de forma suspeita e jamais nos omitirmos. E na dúvida, buscar auxílio da policia, mesmo que de forma anônima.
Como pessoas jurídicas, como empresas, a responsabilidade de auxiliar na localização destas crianças é de suma importância, como faz a Nova Dutra. Para criar um projeto para auxilio na busca de crianças ligue para a ABCD. O telefone é (11) 3337-3331.
Termino deixando algumas palavras que retirei do site da ABDC: “Nossa força vem da esperança em que essas pessoas possam ser reencontradas, dando a essas histórias o fim que todos desejam.”
Que possamos denunciar todo e qualquer crime, principalmente contra crianças e jamais nos omitirmos diante de atos de violência.
Gilberto Horácio