SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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UM LIVRO PARA ABENÇOAR A SUA VIDA.

Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Você receberá em sua casa o livro SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ. Uma análise das principais questões da vida evangélica.

Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

Não perca mais tempo! Investir em conhecimento é investir em você. Peça agora e seja muito abençoado pelo que vai ler e aprender.
UM LIVRO QUE TRATA DE FORMA PRÁTICA QUESTÕES VIVIDAS DENTRO DA IGREJA EVANGÉLICA.
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domingo, 22 de setembro de 2024

Paulo e Silas na prisão e a liberdade que o louvor traz


A história de Paulo e Silas na prisão é narrada no livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 16, versículos 16 a 40. Paulo e Silas estavam em Filipos, pregando o evangelho, quando libertaram uma jovem escrava possuída por um espírito de adivinhação. Seus donos, que lucravam com as adivinhações dela, ficaram furiosos e arrastaram Paulo e Silas perante as autoridades, acusando-os de perturbar a ordem pública. Como resultado, os dois foram açoitados e jogados na prisão.


Enquanto estavam presos, Paulo e Silas, em vez de se lamentarem, começaram a orar e cantar hinos de louvor a Deus. Durante a noite, houve um grande terremoto que abalou os alicerces da prisão. As portas se abriram e as correntes de todos os prisioneiros se soltaram. O carcereiro, desesperado, pensando que todos haviam fugido, estava prestes a se suicidar, mas Paulo o impediu, dizendo que todos ainda estavam lá. O carcereiro, impressionado com a atitude de Paulo e Silas, perguntou o que deveria fazer para ser salvo. Eles responderam que ele deveria crer no Senhor Jesus, e ele e sua família seriam salvos. O carcereiro e sua família aceitaram a mensagem do evangelho e foram batizados naquela mesma noite.


Lição por trás da história


1. Fé e adoração em meio às adversidades: Paulo e Silas nos ensinam que, mesmo em circunstâncias extremamente difíceis, é possível louvar a Deus. Eles não se concentraram em suas dores ou na injustiça de sua prisão, mas optaram por confiar e adorar, demonstrando fé inabalável.


2. Ação sobrenatural de Deus: O terremoto que libertou Paulo e Silas é um sinal da intervenção divina. Deus é capaz de agir de maneiras extraordinárias para libertar os que confiam Nele.


3. Poder do testemunho cristão: O comportamento de Paulo e Silas impactou profundamente o carcereiro, que se converteu e foi salvo junto com sua família. Isso mostra o poder do exemplo cristão e como ele pode tocar a vida de outras pessoas.


4. Perdão e compaixão: Em vez de fugir quando tiveram a chance, Paulo e Silas permaneceram na prisão e impediram que o carcereiro se matasse, demonstrando compaixão por aqueles que estavam contra eles.


A história é um lembrete poderoso da fé em Deus, mesmo em momentos de crise, e de como a confiança Nele pode trazer resultados milagrosos e impactar as pessoas ao nosso redor.


domingo, 24 de novembro de 2013

O evangelho e aqueles que atiram a primeira pedra.


Temos visto com frequência, em alguns países, o apedrejamento de pessoas, especialmente mulheres. No Irã, por exemplo, um dos países que mais mata, temos o caso de Sakineh Mohammadi, 43 anos, mãe de dois filhos que acabou sendo julgada, recebendo a condenação, por adultério. Ela foi sentenciada à morte por apedrejamento.  A organização internacional de defesa dos direitos humanos e até o Brasil se mobilizaram, mas as mortes assim continuam acontecendo.

Não foi Maomé quem inventou o apedrejamento como castigo, especialmente o apedrejamento de adúlteros. Mas foi ele quem forçou uma volta a esta prática, depois dela ter sido abolida oito séculos antes por Jesus, como descrito no Evangelho de João, capítulo 8, e até mesmo abandonada pelos judeus. Por causa de Maomé, a prática do apedrejamento como punição tem sido propagada até os tempos atuais.

Diante de tal situação, podemos pensar na urgência e na importância do evangelho de Jesus ser conhecido de todos os homens da face da terra. O evangelho está acima de qualquer lei ou pensamento humano, pois o evangelho colocou o amor e o perdão acima de qualquer fato.

Os homens que apedrejam, são os mesmos adúlteros de mãos sujas, que Jesus trouxe à claridade da luz.

Veja como matam pela ignorância de suas mentes obscuras não evangelizadas.




"Jesus, porém, foi para o monte das Oliveiras.
Ao amanhecer ele apareceu novamente no templo, onde todo o povo se reuniu ao seu redor, e ele se assentou para ensiná-lo.
Os mestres da lei e os fariseus trouxeram-lhe uma mulher surpreendida em adultério. Fizeram-na ficar em pé diante de todos
e disseram a Jesus: "Mestre, esta mulher foi surpreendida em ato de adultério.
Na Lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. E o senhor, que diz?"
Eles estavam usando essa pergunta como armadilha, a fim de terem uma base para acusá-lo.
Mas Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo.
Visto que continuavam a interrogá-lo, ele se levantou e lhes disse: "Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela".
Inclinou-se novamente e continuou escrevendo no chão.
Os que o ouviram foram saindo, um de cada vez, começando pelos mais velhos. Jesus ficou só, com a mulher em pé diante dele.
Então Jesus pôs-se em pé e perguntou-lhe: "Mulher, onde estão eles? Ninguém a condenou?"
"Ninguém, Senhor", disse ela.
Declarou Jesus: "Eu também não a condeno. Agora vá e abandone sua vida de pecado".


Jesus sabia que entre as pessoas que condenam, entre as pessoas com as mãos cheias de pedras estavam adúlteros, ladrões, traidores, estelionatários, mentirosos e até assassinos. Pessoas com falsa aparência e pecadoras como qualquer outra. Jesus sentiu a dor da injustiça no mais profundo de seu coração ao ver uma mulher prestes a ser apedrejada por um pecado como de qualquer outro que ali estava.
É a mesma dor que sentimos hoje ao ver pessoas sendo apedrejadas por erros impensados cometidos e sendo punidas por aqueles que possuem tais práticas ou práticas ainda pior.

Ah, se o evangelho de Jesus chegasse ao Iranianos! Ah, se o evangelho de Jesus constrangesse cada coração no mundo! Os apedrejadores lembrariam de seus pecados e se submeteriam à vergonha de não se acharem dígnos de matar, visto que seriam merecedores também de igual condenação. "Quem não tem pecado, atire a primeira pedra", disse Jesus.   E cada um, foi saindo pois todos estavam mais sujos que aquela pobre mulher que seria condenada.

Jesus não foi conivente com o pecado e nem tolerante a ele. Muito pelo contrário, ele disse à mulher: "Vai e tão somente, não peque mais".

Que a Bíblia seja difundida em todas as línguas e povos, que missionários sejam espalhados pelos quatro cantos do planeta, e que sejamos suporte constante das igrejas onde congregamos para que continuem sendo agências propagadores dos ensinos de Jesus. Que sejamos portadores destas boas novas que seguem dentro de nós aonde quer que formos, para que em sendo o evangelho conhecido, também O seja, O Cristo ressuscitado que está entre nós, para que Ele transforme o coração e a mente de todos os homens, estando entre eles também. Assim, não veremos atrocidades cometidas hoje, já corrigidas e banidas pelo evangelho de Jesus há mais de dois mil anos atrás.

Gilberto Horácio


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Você pode impactar o mundo.

Em Atos dos Apóstolos, capítulo 17, versículo 6, lemos a narrativa do momento em que o apóstolo Paulo chegou em Tessalônica, a cidade na qual fundou uma igreja, a qual posteriormente ele escreveu as cartas de I Tessalonisenses e II Tessalonisenses.

As pessoas daquele lugar comentaram da seguinte forma a chegada do apóstolo: “Estes que têm alvoroçado o mundo chegaram também aqui” (Atos 17.6b). Era assim que se referiam a Paulo; um homem capaz de alvoroçar o mundo, impactar o mundo com a sua vida. Entretanto, Paulo não estava levando sua própria mensagem, ou seus ideais. Ele levava a palavra redentora e transformadora do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Paulo fazia isto com todo o coração, com toda a sua intelectualidade, com toda a sua vida, de forma plena e sincera. Paulo impactou o mundo.

Será que podemos também impactar uma geração, ou muitas gerações com um legado eterno? A resposta é: sim, podemos. Como conseguir deixar um legado, de fato impactante na vida das pessoas? Entendo que primeiro é preciso que minha própria vida seja uma vida impactada com a mensagem transformadora que prego. Preciso ser impactado com a mensagem de amor incondicional expressada em Jesus Cristo, preciso ter plena consciência do perdão me conferido, do amor que recebi, para que eu seja constrangido a levar aos outros também.

Preciso ter real noção de minha missão. Não podemos viver sem propósitos. É preciso ter consciência de que é preciso cumprir uma missão de vida, e isto, por toda a vida. É preciso crer e confiar integralmente que o poder está no evangelho de Jesus, e não em minha persuasão, e se, levá-lo de forma simples, mas verdadeira, como ele o é, o impacto, pela essência de si mesmo, acontecerá na vida das pessoas.

Nada se sabe sobre o fim da vida do apóstolo Paulo, mas uma coisa é certa, pela forma que viveu: ele morreu pregando Jesus Cristo até o último dia de sua vida, morrendo por um ideal, do que simplesmente viver.

Para impactar o mundo é preciso amar, perdoar, andar duas milhas com o irmão que nos pede que andemos uma milha. É preciso partir o pão, dar a mão. É preciso não atentar cada qual apenas para o que é propriamente seu, mas também pelo que é do outro; outro que nada tem.

Para impactar o mundo é preciso seguir os passos e obedecer a Jesus. É preciso combater o bom combate, para que quando acabar a carreira, possamos ter guardada a fé. É preciso lavar os pés dos discípulos, é preciso preferir a mesa do pobre honesto, do que o poder do rico corrupto.

Muitos séculos depois, lendo a mesma bíblia que a nossa, Martinho Lutero poderia ser um conformado com a situação da igreja a qual via; poderia ter continuado calado em uma igreja que vendia pedaços da cruz de Cristo suficiente para construir um navio. Mas, ele optou por transformar o mundo. – É somente pela fé, é somente as escrituras.”, dizia ele. Assim foi um dos precursores dos protestantes na história. Nós podemos mudar nossa igreja, nossa vizinhança, nossa denominação, impactar uma cidade, uma nação ou mesmo o mundo.

Alguém que você levanta hoje pode levantar o mundo amanhã. Talvez seja você mesmo a levantar o mundo, talvez seja alguém que você ajudou a estar lá. O que importa é que sempre dirão daqueles que possuem convicção no que pregam e vivem: “Este que tem impactado, é chegado também aqui.”

Gilberto Horácio