SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

Por apenas: R$ 19,99 com FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL

UM LIVRO PARA ABENÇOAR A SUA VIDA.

Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

Peça já o seu exemplar!

À VENDA NOS SEGUINTES LOCAIS:


* LIVRARIA DA IGREJA DE NOVA VIDA DE DUQUE DE CAXIAS.
Av. Presidente Tancredo Neves, 687 – Vila Itamaraty(Itatiaia) – D. de Caxias Tel./fax: (21) 3658-3200 E-mail: igreja@novavidacaxias.com.br


* Livrarias Celebrai do Shopping Center de Caxias. Rua Mariano Sendra dos Santos, SN - Duque de Caxias - RJ Quadra 4 - Loja 10 | Cel.: (21) 9346-7347 - Tel.:(21) 2671-6073

* LIVRARIA ITATIAIA NO UNIGRANRIO SHOPPING CAXIAS.
Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


* EDITORA CONSELHO. Av. Eunice Gondin, 160, sala 206, Recreio dos Bandeirantes, RJ Tel. 3326-3844


COMPRE AGORA E RECEBA O LIVRO EM SUA CASA COM A SEGURANÇA DO pagseguro

Por apenas: R$ 19,99

Frete GRÁTIS para todo o Brasil

Através do pagSeguro você compra parcelado através dos principais cartões de crédito.
Compre também por telefone:(21) 99697-4191 e peça seu exemplar. Você vai recebê-lo na comodidade da sua casa, com total segurança e a credibilidade dos correios. Você pode comprar também por depósito bancário: Deposite o valor de R$ 19,99 na seguinte conta: Banco Santander: Agência: 4618 Conta Corrente: 01001027-8 Envie-nos e-mail constando a a data e a hora o depósito, seguido de seu endereço completo, com CEP e telefone para contato.

Você receberá em sua casa o livro SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ. Uma análise das principais questões da vida evangélica.

Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

Não perca mais tempo! Investir em conhecimento é investir em você. Peça agora e seja muito abençoado pelo que vai ler e aprender.
UM LIVRO QUE TRATA DE FORMA PRÁTICA QUESTÕES VIVIDAS DENTRO DA IGREJA EVANGÉLICA.

domingo, 27 de junho de 2010

Cuidado para não se distrair na hora errada.

Estamos em constante guerra. Na verdade, a partir do momento em que nascemos já temos que enfrentar uma luta pela sobrevivência. Doenças, vírus, bactérias, acidentes, fome, e o próprio envelhecimento nos levam a uma única coisa: nos derrotar. A violência que tem assolado o mundo e que tão de perto nos rodeia também faz parte desta guerra que enfrentamos todos os dias. Lutamos por espaço nas ruas, por reconhecimento das pessoas, por manter-nos empregados, por manter os bens que possuímos para que não sejam levados por ladrões ou pelo próprio governo.

Ainda que tenhamos paz em nosso coração estaremos em constante guerra e esta guerra é também contra nós mesmos, contra nossas vontades e contra nossos medos. E assim como toda batalha há momentos em que nos sentimos prevalecer e há momentos que sentimos como se fossemos ser derrotados. Há momentos que até somos minoria e avançamos e outros momentos que parecemos em menor número e temos importantes vitórias. Há momentos que nos cansamos e sentimos até vontade de desistir. Mas desistir significa aceitar a derrota e uma derrota anula todas as vitórias anteriores e o sacrifício despendido para alcançá-las.

Esta semana aprendi algo que gostaria de passar a você agora: HÁ MOMENTOS, NA GUERRA, QUE UMA DISTRAÇÃO PODE SIGNIFICAR A MORTE. Mesmo estando em batalha podemos nos distrair, podemos tentar viver, e ser feliz, mas é impreterivelmente importante e decisivo aprender a identificar os momentos em que podemos fazer todas estas coisas dos que temos que simplesmente usar a espada.

Nosso inimigo anda ao nosso derredor, nos sitiando, buscando só uma oportunidade para nos nocautear e nos destruir e ele fará isso exatamente quando perceber que nos distraímos no momento errado. E quando muitos se distraíram, no momento errado, foram atingidos por flechas mortais em seus corações.

Talvez não seja a hora de ver TV, ou jogar um futebol, ou mergulhar no dormir como solução para os problemas, talvez não seja a hora de buscar, a todo o tempo se distrair para não pensar nas dificuldades da vida e da batalha. Talvez seja a hora de orar, de buscar mais a fé que existe ou existiu dentro de você. Olhe pra dentro de você agora e tente descobrir em que momento de sua vida você está vivendo, se um momento de distração ou um momento de concentração, comprometimento e determinação para vencer. Mas lembre-se que se distrair na hora errada, na guerra, pode significar a sua morte.

Um abraço.

Gilberto Horácio

domingo, 20 de junho de 2010

Não saia do trilho.

Um trenzinho seguia em sua viagem rotineira entre duas cidades pequeninas no interior de uma cidadezinha holandesa, passando por rios, lagos, montanhas e belas planícies, sempre observando os cavalos correndo soltos pelos pastos, as águias voando livres pelo ar enquanto ele, o pobre trenzinho, vivia anos e mais anos apenas naqueles trilhos e jamais deles poderia sair. Certo dia ele decidiu mudar de vida, buscar sua felicidade, para ser assim como os cavalos e as aves que via, livre. Ao se aproximar de uma curva, em vez de diminuir a velocidade, ele acelerou fundo e saiu dos trilhos voando até que caísse em um lamaçal onde ficou atolado e muito infeliz. Todos os dias ele ouvia o som de outros trens passando bem distante nos trilhos que ele antes também percorria e sentia uma profunda tristeza por ter abandonado os trilhos de sua vida, para tentar ser feliz tentando ser igual àqueles cavalos e àquelas águias.

Quantas vezes também pensamos e agimos como este trenzinho. Olhamos a vida de outras pessoas e parece que são mais livres do que nós, parece que são mais felizes, parece que a festa do vizinho é sempre mais alegre, e, se não cuidarmos de nossas mentes, se não controlarmos nossas vontades, se perdermos até o pilar de uma vida cristã, que é o domínio próprio, também tentaremos nos desviar dos trilhos traçados para nós.

Quantas pessoas chegam a uma fase da vida em que julgam ser insuportável continuar em seu emprego atual, continuar casadas com o cônjuge que um dia foi amado, continuar morando em um determinado lugar, ou em uma determinada casa, mas muito mais do que isso, acabam perdendo valores e crenças que em um passado recente defendiam com a própria vida.

A verdade é uma só: Deus traçou um caminho, um trilho para cada um de nós. Devemos caminhar nele, sem olhar para os “cavalos soltos” nas montanhas e sem olhar para as águas no céu, querendo receber a porção que para elas foram definidas nesta vida pelo próprio Deus. Cada um de nós deve viver seu próprio caminho, sua própria história, percorrer a própria trilha, definidos para nossa existência.

Se sairmos de nosso trilho corremos o sério risco de encontrar um lamaçal a nos atolar para vivermos dias de sofrimento e arrependimento. Portanto, siga em frente, sabendo que: o que Deus determinou para você e para mim, é o melhor.

Gilberto Horácio

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quando o deserto é sua aparente morada.

Outro dia me peguei pensando sobre os desertos que passamos na vida. Me veio à mente a imagem de uma menina israelita, talvez com seus doze anos de idade, uma daquelas que saiu da terra do Egito rumo à terra prometida por Deus, de uma terra de escravidão para uma terra de liberdade, paz e descanso, um lugar onde se pudesse viver feliz. Eu não sei bem como isto me veio à mente, mas tentei me colocar no lugar desta personagem e sentir o que ela sentia junto àquela multidão que seguia Moisés em fuga pelo deserto, deixando o Egito e tudo o que ela conhecia para trás.

O que me fez fascinar por esta linda revelação foi imaginar como foram seus dias errantes pelo deserto. Dias de angústia, dias de falta de esperança, mas dias também de revelação da presença de Deus no meio do deserto. Acredito que em muitas madrugadas, próximo às cinco da manhã, antes do nascer do sol, ela deveria acordar e ficar em silêncio pensando, olhando toda aquela multidão dormindo sobre a areia do deserto em meio às bagagens e aos animais. Ela certamente pensava que mais um dia estaria prestes a começar, um dia que traria com ele muito sol, calor, cansaço, dor e fadiga. Ela sabia que várias daquelas pessoas naquele deserto não resistiria nem mais um dia, e ali já estavam destinados aqueles que não teriam a chance de ver o pôr do sol do dia seguinte, porque ficariam sepultados pelo caminho, como diariamente acontecia.

Então tento entender de onde ela tirava forças para se levantar e avançar. E chego a certeza de que ela sabia que não poderia parar e nem desistir. Se ela desistisse, ela seria o pó daquele deserto, apenas o pó daqueles muitos que desistiram e ficaram sepultados ali. Ela entendia, que mesmo que estejamos no deserto, só existe uma alternativa: continuar caminhando. Sim, caminhando. E mesmo que não se alcance o destino, mas a cada passo ficamos mais próximos dele. Mesmo que seja difícil a jornada, ela tem seus propósitos e o simples fato de não desistir jamais já nos faz mais que vencedores e campeões.

Tenho absoluta certeza que aquela menina alcançou Canaã. Sim, ela foi uma das tais que pisaram na terra prometida. Seus olhos viram o poder que há em alcançar aquilo que Deus prometeu para todos aqueles que não desistem de caminhar.

Deus conhece todos os vales e desertos e todos os montes. Ele conhece todos os desertos. Ele conhece o deserto. É no deserto que se instala o tabernáculo, porque onde há a aparente escassez, o milagre da vida de Deus se manifesta, mostrando que sua presença e o suprimento que precisamos para vivermos e conquistarmos. Não é preciso conquistar para desfrutar, mas simplesmente desfrutar o conquistar.

Se estivermos em desertos agora; talvez você esteja em um, saibamos que ao nascer do Sol, Deus proverá a força de cada passo dado para que aqueles que não desistirem tenham o vigor de avançarem até que seus pés pisem naquilo que Deus prometeu, pois Ele é fiel.

Levante agora e avance, eleve os teus olhos e talvez antes do pôr do sol, você verá no horizonte aparecendo já, tudo aquilo que Deus lhe prometeu.

"Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu." (Hebreus 10 : 23)

Gilberto Horácio

domingo, 6 de junho de 2010

Frescobol ou Tênis? Prefira o frescobol.

Há um jogo muito comum em lugares públicos, principalmente em praias, chamado frescobol. Neste jogo não há adversários, ganhadores, vencidos ou vencedores. Não há qualquer rivalidade, mas duas ou mais pessoas jogam cooperando entre si com o objetivo de manter a bola, o maior tempo possível, no ar. Ele assemelha-se num primeiro momento ao tênis, mas na essência ele é exatamente o oposto do tênis. No tênis há uma rivalidade, há adversários e somente um dos jogadores sairá campeão. Neste contexto, no jogo de tênis, tudo o que o jogador tem a fazer e tentar e jogar para que seu adversário erre. Serão feitas jogadas difíceis a fim de prejudicar o adversário. Não há qualquer cooperação no tênis, mas sim o objetivo claro de derrotar o outro jogador.

Na vida não é diferente. Há pessoas que jogam frescobol e pessoas que jogam tênis. Há pessoas que desejam e trabalham todo o tempo no sentido de fazer jogadas para atrapalhar e fazer errar o seu parceiro de jogo. Elas jogam tênis. Como ninguém joga tênis sozinho, os parceiros de jogo também trabalham para fazer com que suas jogadas façam errar seu adversário. Mas porque dedicarmos uma vida nesta loucura? Sim. As disputas são comuns em todos os setores da vida, e a competição é muito válida para nos impulsionar a ganhar e isso nos exige que tenhamos que melhorar. Mas não seria melhor, no jogo da vida, trocarmos o tênis pelo frescobol? Acredito que sim. Neste jogo ainda que não haja competição, haverá o comprometimento de melhorar para que com grande prazer mostrar à pessoa que está jogando conosco de que “eu posso” fazer belas jogadas, eu posso passar “ótimas bolas” que farão o amigo que comigo joga ter uma bela jogada também.

Precisamos urgentemente fazer com que as pessoas passem a entender que se estamos juntos é para nos ajudarmos. Devemos querer sempre o bem, o sucesso e a felicidade daqueles que conosco caminham. Muito mais do que apenas falar, é fazer. Fazer crescer um amigo, no conhecimento, na fé, nas motivações, na esperança. De igual modo precisamos de pessoas que também nos façam “boas jogadas” para que tenhamos como melhorar a cada dia como pessoa, como ser humano, e até mesmo uma simples dica de um amigo sobre uma roupa que ficou bem com seu estilo, pode fazer com que você melhore também. Por que não receber as “boas jogadas”? Só os verdadeiros amigos desejarão ver você bem. Confie em suas palavras e siga suas sugestões.

Estimule bons relacionamentos. Seja um bom jogador e esteja próximo de bons jogadores também, mas que seja em uma tardinha da vida, à brisa de uma suave praia da existência jogando frescobol, ao invés de tênias, para que no final todos saiamos de braços dados por que todos saímos campeões.

"Um ao outro ajudou, e ao seu irmão disse: Esforça-te." (Isaías 41 : 6)

Gilberto Horácio