SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Av. Presidente Tancredo Neves, 687 – Vila Itamaraty(Itatiaia) – D. de Caxias Tel./fax: (21) 3658-3200 E-mail: igreja@novavidacaxias.com.br


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Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


* EDITORA CONSELHO. Av. Eunice Gondin, 160, sala 206, Recreio dos Bandeirantes, RJ Tel. 3326-3844


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Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

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sábado, 24 de outubro de 2009

A loucura da pregação da Bíblia.

Em um domingo atípico em que eu seguia para um compromisso, em um evento, na parte da manhã, na zona sul do Rio; mais precisamente na Rua Barata Ribeiro, em Copacabana, com uma das muitas paradas em um congestionamento, fiquei olhando uma pequena igreja, onde através das janelas de vidro pude ver que o pastor estava pregando. Reparei que as pessoas estavam apertadas lá dentro, mas todos com muita atenção e interesse na mensagem pregada. O detalhe é que estava um calor muito forte, e em Copacabana é comum as pessoas andarem pelas ruas próximas à praia de trajes de banho. Havia várias pessoas passando assim ali, dirigindo-se à praia.

Fiquei refletindo no que leva aqueles crentes a estarem demonstrando felicidade e interesse naquele homem de baixa estatura falando da Bíblia, em um ambiente apertado, em um dia de sol, em plena Copacabana, por certo, depois de uma semana de muito trabalho.
Lembrei-me do texto bíblico de I Cor 1:21-24 e 2:4 o qual transcrevo abaixo:

"Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem.

Pois, enquanto os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria,

nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos,

mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.

A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder;"

Aparentemente ao olhar o cenário de termos prazer de estar na igreja, e desejarmos isso com muita alegria, parece uma verdadeira loucura para muitos, mas para aqueles que conseguem perceber a preciosidade do que é se desligar de tudo e refletir, e ouvir alguém falar de uma sabedoria, que notoriamente não é humana, mas do próprio Deus, é algo que podemos considerar como achar um verdadeiro tesouro. A fé vem pelo ouvir e o ouvir da palavra de Deus.

Quando ouvimos, somos levados a um estado de percepção sobre Deus, a existência e a vida de forma que sozinhos jamais atingiríamos. O ouvir, analisar, refletir faz-nos aproximar do entender os reflexos da sabedoria suprema de Deus. E quando essa reflexão e este desligamento do cotidiano acontecem surge uma espécie de revelação. A fé brota no coração, surgem as forças, a luz, como se uma vista embaçada se clareasse imediatamente. E as coisas que ha horas atrás transcorriam em nossa mente: contas, negócios, bens, tecnologia, tornam-se secundárias e se desfiguram em clara VAIDADE.

A vontade que acredito que todos sentem ao chegar a estas percepções é a de que aqueles “que passam na calçada” em direção à “praia” também pudessem ter a percepção do tesouro de conhecimento e sabedoria que vem à existência na mente de cada pessoa que capta na pregação, nas entrelinhas, a sabedoria de Deus. Parece loucura um homem vender tudo o que possui , todos os seus bens para comprar um terreno cheio de mato. Ninguém pode entender o que de tanto valor pode ser visto em um terreno cheio de mato. Mas olha o que o texto bíblico diz:

“Também, o Reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo que um homem achou e escondeu; e pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem e compra aquele campo " Mt 13:44

Todo mundo via um terreno cheio de mato, mas o homem que o comprou sabia o que havia escondido ali debaixo daquele matagal.

A praia deve ser vista aqui como um simples elemento de exemplificação da idéia, e eu adoro, quando posso, também nela estar. Mas naquele domingo aprendi que: pode parecer loucura abrir mão de prazeres efêmeros da vida, e da própria vida, para estar em uma igrejinha calorenta e pequena, mas quem está ali investindo a vida, sabe o verdadeiro tesouro escondido lá, pra todos aqueles que quiserem desenterrá-lo.

“Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;”
1 Coríntios 1: 27-28

Gilberto Horacio

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Não olhe para as ondas, mesmo que Jesus pareça estar dormindo.


Quando presenciamos uma grande tempestade, é comum ficarmos assustados com a força dos ventos e com a velocidade que a água cai das nuvens. Relâmpagos e trovões são um espetáculo à parte, entretanto, nos causam medo e mostram o quanto não temos autoridade alguma sobre nossa própria existência e que nossa vida está, de fato, nas mãos de Deus. Um simples descuido com os fenômenos da natureza e podemos perder a vida em segundos.
Tempestades em alto mar possuem um grau muito maior de risco, e consequentemente aterrorizam os mais experientes no mar. O som das ondas e do vendo sobre elas assumem proporções assustadoras e em poucos segundos pode submergir um grande navio com milhares de pessoas.
Os discípulos de Jesus tiveram essa experiência. Ao entrarem em um barco com o Senhor, veio uma tão grande tempestade que as ondas cobriam o barco. Uma situação desesperadora, que já saíra do controle. Jesus porém dormia.
É comum, as pessoas passarem por tempestades em suas vidas, seja no casamento, no trabalho, na vizinhança, problemas de saúde, dificuldades financeiras, verdadeiras crises que se mostram fora do controle. Nestas situações, chegam a dizer que sentem-se desamparadas, como se Jesus não estivesse presente, ou como que, mesmo presente, Ele parece não se importar, ou dormir.
Os discípulos ficaram com tanto medo da tempestade e das ondas, que acordaram Jesus; talvez com um empurrão, ou um leve chute, ou o puxando pelas vestes. A verdade é que quando a coisa apertou mesmo, eles foram até Jesus. Ele repreendeu: os ventos e o mar e tudo ficou quieto, no mais absoluto e completo silêncio. Até uma gota de água seria ouvida se caísse naquele momento.
Embora os discípulos tenham tomado a atitude esperada ao chamar Jesus como socorro na hora da angústia, eles por causa da incredulidade, por causa da fé imatura tiveram medo ao olhar a altura das ondas e não conseguiram perceber a soberania de Jesus explicita no seu ato de dormir em meio à tempestade, significando com isso, sua autoridade e domínio sobre todas as forças, inclusive, da natureza. Em meio ao caos Ele estava seguro. Os discípulos não perceberam que o barco JAMAIS afundaria.
Você acredita que esse barco pudesse naufragar? Obvio que jamais naufragaria. Pois Jesus estava nele. Mas Jesus sabia que jamais naufragaria, por que repreendeu: os ventos e o mar?
Ele fez isso, porque Jesus jamais deixará de socorrer e atender aquele que: com Ele estão, e Nele buscam socorro.
O que aprendo com isso, através desta revelação ao ler este texto? Que mesmo que o caos esteja estabelecido em sua vida, se você e eu estivermos com Jesus, não com uma fé imatura, mas com uma fé madura e sincera, Ele não nos deixará sucumbir. Acaso o barco afundaria com Ele dentro?
Ainda aprendo e compartilho com você que: não devemos olhar para a altura das ondas, mas para a soberania de Jesus sobre todas as coisas, e se Ele, parecer estar dormindo, é exatamente porque está tudo sobre controle.
A última coisa que aprendo é: quando nossa humanidade nos levar ao medo e ao pavor, devemos pedir socorro a Jesus, pois ainda que o fim seja de bonança e paz depois da tempestade, Ele poderá nos ouvir, por nossa fragilidade e fazer com que os ventos e o mar se acalmem e se siga uma grande paz pelo simples fato de eu confiar, amar e estar bem perto daquele que é poderoso para fazer todas as coisas.

Te desejo dias de paz.
Gilberto Horácio
Texto de referência : Mateus 8. 23-27

domingo, 11 de outubro de 2009

Agradecendo nas perdas. Isso é possível!

Em nossa vida temos que aprender a lidar com situações de perdas. E elas acontecem em diferentes áreas, especialmente na material e em relacionamentos.
Conheço, pessoalmente, casos de várias pessoas que tiveram automóveis roubados e não recuperados. Várias pessoas que tiveram o casamento desfeito ou o emprego perdido. Mas como entender, aceitar e suportar de forma natural todas essas perdas, até mesmo para a morte de alguém querido?
Refletindo sobre isso despertei-me para o fato de que quem perde algo, é porque possuiu algo a perder. Quem não possui nada, não tem nada a perder, entretanto, quem possui coisas e relacionamentos, sempre estará sujeito a perdas.
Quando perdemos algo, como o emprego ou um bem roubado, ficamos angustiados e abatidos, frustrados e em muitas vezes em um certo estado de choque. Todavia, quando compreendemos que se perdemos algo é porque possuímos este algo um dia, teremos, mesmo que em uma situação de angustia, um sentimento de gratidão a Deus por ter nos concedido possuir este bem ou relacionamento um dia. Enquanto que, muitos, nunca tiveram esse privilégio.
Você pode estar se perguntando: "Como agradecer a Deus por uma perda?"
Eu não estou querendo dizer que temos que agradecer a Deus pelas perdas, mas agradecer pelo que perdemos. Pois, se perdemos algo, é porque tivemos o privilégio de possuí-lo um dia. E isto temos que agradecer.
A perda traz com ela a falta. O lugar que aquele bem ou pessoa ocupava ficará vazio, e isso nos fará sentir falta. Essa falta, pode acabar produzindo em nós, após a angústia do perder, um sentimento de despertamento, de se reorganizar, de se mobilizar, de "se mexer" mesmo para obter algo que substitua ou ocupe, de certa forma, o lugar do que foi perdido. E isso pode ter um lado bom. Quem perdeu o emprego, terá que se mobilizar e se capacitar para arrumar outro e esse outro pode ser duplamente melhor que o anteriormente perdido. O automóvel roubado deixará uma lacuna tão grande, que fará com que o indivíduo se mobilize para adquirir outro mesmo que a longo prazo, mas que pode ser melhor que o anterior, talvez com espaço para um seguro que nunca esteve nos planos do anterior.
E assim para as demais coisas também, como uma amizade um namoro ou até um casamento, perdidos pela estrada da vida, ou por uma simples troca de município, estado ou país, que pode nos despertar para conquistarmos novos horizontes, que supra, de alguma maneira, espaços tão especiais.
De forma que quando passarmos por momentos de perdas, devemos agradecer a Deus, pelo tempo que ficamos com o que possuímos e certamente teremos força para lutarmos para conquistas melhores e maiores.
Nisso,começa a fazer sentido as palavras do Apóstolo Paulo que diz: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." 1 Tessalonicenses 5:18.
E isso nos faz lembrar da história de Jó que perdendo família, bens e a própria saúde, manteve-se fiel e firme em sua fé, demonstrando com isso gratidão a Deus por TUDO e Deus lhe concedeu tudo de volta, ainda muito melhor.
Jó Cap. 42 vers:

12 E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois Jó chegou a ter catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.
13 Também teve sete filhos e três filhas.
14 E chamou o nome da primeira Jemima, e o nome da segunda Quezia, e o nome da terceira Quéren-Hapuque.
15 E em toda a terra não se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos.
16 Depois disto viveu Jó cento e quarenta anos, e viu seus filhos, e os filhos de seus filhos: até a quarta geração.
17 Então morreu Jó, velho e cheio de dias.


Agradeçamos nas conquistas e nas perdas e vivamos o melhor de Deus para nós a cada dia, na certeza de que Ele tem cuidado de nós.

Gilberto Horácio

sábado, 3 de outubro de 2009

Promovendo uma NOVA VIDA. Associação Nova Vida

Atuais dependências da Associação Nova Vida

Ampliação da Associação Nova Vida
As igrejas de Nova Vida auxiliam a Igreja Nova Vida de Petrópolis na manutenção da Associação Nova Vida – Antiga CAMD – casa que dá assistência ao menor desamparado. A casa está em reforma e atende atualmente 41 crianças abandonadas pelos mais diferentes motivos. Estive na 14ª edição da festa anual que arrecada fundos para a entidade e pude ver a força e a seriedade que as igrejas de Nova Vida e em especial a Igreja de Nova Vida de Petrópolis abraçam a causa da associação. É algo contagiante ver no rosto de cada voluntário a alegria e o prazer de contribuírem, de alguma forma, para que o maior valor em dinheiro seja arrecadado para o sustento do projeto, que teve seu início em 1955, passando para a direção da Igreja Nova Vida de Petrópolis em 1992. A Associação está em obras, carencendo ainda mais do empenho e colaboração de todos.

O problema do menor abandonado é algo que se arrasta em todos os estados do Brasil há anos, sem que sejam demonstradas ações que realmente venham gerar efeitos mais sólidos de solução. A Igreja não pode e não age como o Estado age. Enquanto que o Estado promove ações para solucionar problemas, visando muitas vezes, politizar suas ações, a Igreja promove suas ações baseadas em desprendimento de amor e compaixão ministrados e estabelecidos pelo Senhor Jesus.

A Igreja de Nova Vida de Teresópolis, na tentativa de tornar a Associação Nova Vida auto-suficiente e oferecer iniciação profissional aos jovens abrigados e um mercado de trabalho àqueles que deixarão a instituição ao completar 18 anos, fez um comodato com a instituição em maio de 1997, das terras não utilizadas pelo abrigo, para iniciar o Projeto Pousada-Escola. A Igreja de Nova Vida de Teresópolis construiu a Pousada Milverdes com recursos de seus membros. Ao final desse comodato, todos os investimentos e benfeitorias pertenceria a Associação Nova Vida.

Conversei, algum tempo, com um dos meninos do abrigo, chamado Jonas, que está no abrigo há 6 anos, que disse que seu pai faleceu há algum tempo e sua mãe desapareceu. Ele se dizia insensível às circunstâncias da vida, dizia não chorar mais, nem de alegria e nem de tristeza. Mas que tinha seu coração grato, pela Associação Nova Vida existir e cuidar tão bem dele, através das “tias” que ele mencionou algumas vezes.
Aqueles que se sentirem motivados a auxiliarem a Associação podem entrar em contato com a Igreja Nova Vida de Teresópolis - http://www.invteresopolis.org.br/ para ser um contribuinte com a associação.

Também é possível ajudar à associação se hospedando na Pousada Milverdes que a Igreja mantém para profissionalizar os jovens que lá vivem. http://www.pousadamilverdes.com.br/
Eu visitei, tanto a Associação, assim como a Pousada e posso garantir que é um lugar belíssimo e que vale à pena conhecer. E através de momentos especiais com sua família na pousada você poderá contribuir para que este projeto cresça ainda mais. Ajudando àqueles que são abandonados pela família e pela sociedade.

Salmos 126:6) – “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos”

Essa é a força que move a Igreja, que contribui e faz o que o Estado faz mal: a certeza de que aquele que semeia em Deus, SEM DÚVIDAS, colherá em abundância.
Onde estamos semeando nossas sementes? E as suas? Já pensou?

Gilberto Horácio