SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Av. Presidente Tancredo Neves, 687 – Vila Itamaraty(Itatiaia) – D. de Caxias Tel./fax: (21) 3658-3200 E-mail: igreja@novavidacaxias.com.br


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Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


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Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

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sábado, 25 de julho de 2009

A Fazenda


Até hoje não assisti nenhuma edição do BigBrother Brasil, programa vinculado à Rede Globo de televisão, onde os participantes são confinados em uma casa por meses, onde a cada semana um deles é eliminado, sendo o participante que ficar na casa, por último, o ganhador do prêmio.
Recentemente, acompanhando algumas exibições de capítulos de “A Fazenda” da Rede Record de Televisão, programa com uma proposta melhor do que o BigBrother, por ser em uma fazenda e ter todo um contexto rural, pude perceber que o programa é uma excelente fonte de observação do comportamento das pessoas, principalmente para os psicólogos.
Assistindo a um desses capítulos, um diálogo de duas das participantes, Danni Carlos e Danielle Souza, tive uma opinião conjunta, sobre o que elas refletiam.
Confinadas na sede da Fazendo há 2 meses, sem acesso a TV, rádio, internet, celular, ou qualquer meio de comunicação com o mundo externo, elas comentavam o sobre o assunto do confinamento e da ausência de informação. Disse Dani Carlo: - “Você tem notado que já estamos aqui há quase dois meses e não sentimos nenhuma falta do telefone celular?” A outra participante, Daniele, respondeu: “ – É verdade, nem mesmo da televisão sentimos falta. Isso significa que podemos viver perfeitamente sem estas coisas”.
Isto é uma grande verdade. Em nosso dia-a-dia nos prendemos à tecnologia e à informação de forma tão desesperada, que nos tornamos dependentes de tais coisas. Nos comportamos como que se não tivéssemos acesso ao celular, à internet ou à informação, não poderíamos viver. Isto é dependência.
Há pessoas que possuem dois, três celulares diferentes, e os usam de forma paralela. Consomem informação a todo o instante e já não admitem ouvir alguma notícia pela boca de um amigo, sem que primeiro já tenha visto algo na TV ou na internet. Acabamos, com isso, ficando presos a necessidades, e preenchemos com elas e outras coisas mais, um tempo valiosíssimo que poderíamos estar empregando, talvez, quem sabe, em coisas mais nobres. Não que não tenhamos tais tecnologias e entretenimentos, mas que possamos controlar melhor o seu uso, e voltarmos, por exemplo, a brincarmos de bola com as crianças no quintal de casa, ou na rua, ao invés de permitir que elas fiquem horas e mais horas na frente de um Vídeo Game, de uma TV e do computador.
Nem sempre aquilo que parece ser impossível que vivamos sem ter ou usar, realmente é essencial.
Alguém, certa vez, falando sobre o progresso do município e a tecnologia disponível onde vive, me disse: “-Que bom que nasci e estou vivendo nestas décadas, pois quem viveu neste município há uns 50 anos atrás só andava na lama, e não tinha acesso a nada. Que vida essa gente vivia?”
Eu respondi com a seguinte frase: “Elas nadavam e pescavam e passeavam com a família nos rios que agora nós transformamos em valão. Dormiam com as janelas abertas e sobrava um pouco de tempo ainda para ser mais felizes”.
Será que eles desejariam trocar a vida que viviam pelo progresso que alcançamos?

Gilberto Horácio.


sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quanto vale o seu corpo


A tabela utilizada por seguradoras e agora uma tabela semelhante, utilizada pelo governo para pagar indenizações em acidentes de trânsito, através do imposto que pagamos junto ao IPVA, o Seguro Obrigatório para Veículos Automotores, o DPVAT, tenta definir valores que devem ser pagos em caso de invalidez e perda de partes do corpo humano.

Ao observar esta tabela, por curiosidade, me veio à mente a seguinte questão; “quanto vale um corpo humano saudável”, e a chamada "saúde", tão desejada por todos?

A referida tabela do governo, define valores, visivelmente simbólicos, para a maior parte dos membros do corpo, como, por exemplo, R$ 2.700,00 pela surdez de cada ouvido, ou 1.350,00 pela amputação de um dedo. Interessante pensar, se pudéssemos somar, o valor de cada parte de nosso corpo, em dinheiro, não baseado nesta tabela, mas baseado no valor em que as pessoas que tiverem membros do corpo perdidos ou invalidados, pagariam para tê-los novamente, ou curados.

Vi uma reportagem recente, sobre uma campanha que duas famílias estão fazendo, para que suas filhas, que nasceram cegas, possam fazer uma cirurgia experimental no exterior afim de que possam tentar recuperar a visão; valor de cada cirurgia: R$100.000,00 (e isso para uma experiência, sem garantias de sucesso). Em outra ocasião, também vi o drama de pessoas que perderam as mãos em acidentes, e a mais nova opção criação dos pesquisadores em termos de prótese, é uma mão biônica que possibilita a articulação dos dedos através de comandos cerebrais; custo de cada mão: R$ 150.000,00. No Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas necessitam de prótese de mãos ou pés.

As células-tronco, atualmente, tem sido a esperança de milhões de pessoas em todo o mundo, para que casos como os de paraplégicos ou tetraplégicos tenham um tratamento que possibilitem à recuperação de movimentos. Um hospital em Portugal, por exemplo, cobra 35 mil euros para um tratamento, também sem garantias de sucesso.

Diante destes valores e outros muitos que poderíamos somar, como o incalculável valor dos olhos, dos ouvidos, dos movimentos perfeitos e precisos que podemos realizar com nossas mãos diariamente, enfim de toda a magnitude e perfeição de nosso corpo, que recebemos de graça, como presente de Deus, podemos concluir que, o valor de um corpo humano saudável é incalculável, e, ultrapassaria milhões de dólares. Isso nos faz olhar a cada dia, a nós mesmos, e concluirmos que ainda que venhamos a estar, despidos de qualquer bem material, (só com a roupa do corpo, como dizem alguns) ainda assim somos ricos, possuímos um bem que milhares de pessoas, pagariam milhões, tudo o que possuem, para voltar a terem com saúde, que é o nosso corpo.

Isso significa que tenhamos ou não, as chances e oportunidades que outros tiveram para alcançarem bens materiais e dinheiro, não significa que ninguém (nem mesmo o mendigo) está desprovido, dos maiores bens físicos que possam existir: a vida e a saúde.

Paz e cuide de seu patrimônio; ele vale ouro.

Gilberto Horácio