SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


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Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

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domingo, 30 de novembro de 2008

Quando acontece uma tragédia

A recente catástrofe ocorrida em Santa Catarina, onde as chuvas fizeram mais de 100 mortes e milhares de desabrigados; onde as pessoas perderam a casa e tudo o que possuíam dentro, nos mostra o quanto a destruição do meio ambiente começa a dar resultados cada vez mais sérios e constantes. O quanto nossos governos estão despreparados para socorro a grandes massas em casos de grandes catástrofes e calamidades.

Este acontecimento nos mostra o quanto somos frágeis em quanto homens. Em um momento, em um sopro, nós simplesmente podemos ser tragados pela fúria da natureza. E a cada ano que se passar, se a destruição do planeta continuar na mesma velocidade e irresponsabilidade, casos como este se tornarão cada vez mais comuns.

Podemos ver, o quanto ainda existem pessoas do bem. Pessoas que se mobilizam, se sensibilizam para ajudar. Centenas de toneladas de alimentos, suprimentos e roupas estão sendo enviadas de todo o Brasil para auxiliar as vítimas das chuvas em Santa Catarina.

Doações em dinheiro estão sendo feitas para a recuperação das casas daqueles que perderam tudo. E as pessoas fazem como se estivessem ajudando a outros da própria família. É o sentimento chamado: amor; aquele ensinado por Jesus e que quando precisa ser colocado em prática, ofertando-o através de ações ao próximo, fica evidenciado aqueles que amam o seu próximo como a si mesmo.

Quando presenciamos fatos como estes, podemos ver que o homem não detém o domínio, e não detém o controle sobre nada. Se chover uma semana sobre diversos pontos do Brasil, por exemplo, milhares morreriam, e os governos em sua infra-estrutura precária não assistiram com socorro satisfatório nem metade dos atingidos. Imagina, se outros fenômenos se tornarem comuns? Terremotos, maremotos, tornados. Não há socorro humano que possa garantir uma proteção verdadeiramente real para uma pessoa. Muito menos dinheiro algum.

O que fica evidenciado em um caso como estes, sobretudo, é que Deus nos tem em suas mãos como gafanhotos. E se Senhor não guardar a cidade, inutilmente vigia a sentinela.

Oh! Brasil!! nos voltemos ao Senhor Deus Criador, reconhecendo-o com tal, nos momentos de júbilo e nos momentos de dor, para que, quer morramos ou vivamos, sejamos do Senhor.

Gilberto Horácio

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Quem é você?

O Dia Mundial da Filosofia foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Todos os anos ele é comemorado na terceira quinta-feira do mês de novembro. Neste ano a data caiu no dia 20 de novembro. E para registrar esse momento vou escrever algo que nos faça pensar. Não é possível que o homem deixe de pensar. E o pensar produz a filosofia. Uma análise crítica e mais racionalizada sobre tudo.
Palavra de origem grega: philos - que ama + sophia - sabedoria, « que ama a sabedoria
Vamos lá...

Temos vivido dias de estrema agitação e competição; As pessoas valorizando o “ter” e o que "fazer" e não a essência do “ser”.
Se perguntarmos a alguém: “Quem é você?”. Certamente uns dirão: Eu sou um advogado. Eu sou um cantor. Eu sou um empresário. Eu sou um médico. E por aí vai. Geralmente as pessoas associam suas profissões à sua definição do “ser”.
Nossa essência é e deve ser separada do que fazemos. Luciano Pavarotti, por exemplo não seria nada sem sua voz? Não. Não podemos medir as pessoas apenas pelo que fazem, pelo que exercem, pela forma como conseguiram se destacar na sociedade. Mas devemos definir e medir alguém pela estatura de seus valores e de seu caráter; exatamente assim como devermos reconhecer a Deus. Não pelo que faz, mas pela essência de quem Ele é.
E Ele nos formou. Ele criou todas as coisas com o poder das palavras proferidas de sua boca. Mas o homem Ele não criou através da palavra. Ele o fez com as próprias mãos, do pó da terra, o formando alma vivente. E é isso que nós somos: uma alma vivente, vivendo num corpo criatura que em breve ao pó retornará. Neste momento, ninguém é alguém. Apenas pó.
E o pó que de fato traz excelência não é aquele que “possui” ou aquele que “faz”, mas aquele que sabe o que é. Que sabe o que quer dizer “quem é você?”.
E quando se descobre que o “ter” é nada ter, o melhor é o melhor ser. O ser que ama, que ajuda, que acolhe, que compartiha, que sorri, que abençoa, que sonha e faz sonhar.

GÊNESIS 1
26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
7 E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.


Gilberto Horácio

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

20 de Novembro
Quero neste dia de consciência, também expressar minha alegria de poder ver a tolerância, o respeito e a igualdade sendo buscada entre os homens de bem. Não existe raça branca, nem raça negra, nem raça amarela. Existe a raça humana, criada a imagem e semelhança do Deus Criador. E como uma espécie de resgate de justiça por tantos sofrimentos que os negros viveram no mundo, hoje o mundo contempla diante dos olhos a paz e a união sendo buscada por todos.
20 de novembro é data em que morreu Zumbi e é lembrada como o Dia Nacional da Consciência Negra.
Os negros ajudaram a construir as riquezas do Brasil, origem do tráfico de escravos da África para o Brasil.
Nosso modo de falar, nossas comidas, nossa, cultura, o rosto de nosso povo mostram a contribuição
dos negros na formação do Brasil.
A Eleição de Obama, o primeiro negro a ser eleito presidente dos Estados Unidos, país onde há alguns anos atrás os negros eram impedidos de freqüentar a maioria dos lugares sociais onde só eram permitida a entrada de brancos, confirmam que estamos no rumo da igualdade. A igualdade que sonhou Zumbi quando morreu em 1695 em Palmares, lugar onde era líder de um refúgio aos escravos que fugiam da escravidão.
Igualdade pregada por Martin Luter King, pastor norte-americano, Prêmio Nobel, um dos principais líderes do movimento americano pelos direitos civis e defensor da resistência não violenta contra a opressão racial, em seu discurso em 1963, onde dizia:
“E tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!" - Martin Luter King
“Qando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro”
"Livre afinal, livre afinal.”
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
Martin Luter King

O maior bem que um homem pode ter, acredito eu, é a liberdade, por isso, todos nós brasileiros neste dia devemos celebrar nossa liberdade e nossa caminhada rumo à igualdade.

Gilberto Horácio

domingo, 16 de novembro de 2008

Doando vida após não tê-la mais.


Vi algumas campanhas publicitárias do governo promovendo a consciência nos brasileiros sobre a doação de órgãos e refleti um pouco sobre o assunto.
Sabemos que morreremos um dia. Ninguém sabe o dia em que isto acontecerá. Pode ser hoje, como pode ser em boa velhice aos 100 anos de idade ou mais.
Obviamente que esperamos e acreditamos que nossa vida durará o suficiente para que envelheçamos e vivamos com saúde até os últimos dias de nossas vidas, como o ciclo natural dos seres viventes. Porém, é fato que estamos sujeitos a morrermos a qualquer momento. Já diz o ditado popular: “para morrer, basta estar vivo”.
E algo que sempre desafiou o homem ao longo de toda a vida, especialmente os grandes faraós do Egito é a tentativa e manter o corpo existindo após a morte, impedindo sua desintegração e o total desaparecimento da existência na Terra. Daí surgiram as múmias, especialmente de faraós egípcios, onde seus corpos eram preparados quimicamente com especiarias para que fosse impedido e dificultado o processo de decomposição.
Obviamente que não quero traçar qualquer paralelo de correspondência entre este fato e a doação de órgãos, mas a doação de órgãos é também uma forma de manter-se fisicamente vivo, mesmo após a morte. Doar órgãos é, na verdade, doar a vida, mesmo a após morte.
De um único doador, após comprovada a morte encefálica, pode-se retirar: 2 pulmões, 2 rins, coração, fígado e pâncreas, 2 córneas, 3 válvulas cardíacas, ossos, tendões, veias e pele. Mais recentemente descobri que até mãos completas já estão sendo transplantadas.
Para ser um doador a pessoa deve informar aos familiares sobre esta decisão, pois somente a família de um doador pode autorizar, de fato, a retirado dos órgãos após a comprovação da morte encefálica de alguém.
Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte.
Com a doação, é possível dar uma nova vida e um novo renascimento a dezenas de pessoas, como também produzir muitas outras vidas a longo prazo.
Imagine que alguém esteja à beira da morte e não tenha filhos. Se receber um órgão de um doador que acabara de falecer, e este alguém venha a ter filhos no futuro, estas crianças nascidas somente vieram ao mundo e mudaram a histórias de famílias inteiras devido ao gesto de amor de um doador e de seus familiares. É alguém produzindo vida mesmo quando já não a tem mais.
Se pensarmos que enquanto possivelmente estamos bem, existem milhares de pessoas em todo o mundo travando verdadeiras batalhas para continuarem vivos, com problemas sérios de saúde aguardando em uma fila de transplantes, nós nos decidiremos a sermos doadores.
Se pensarmos na realidade de que também, a qualquer momento, poderemos precisar de um órgão, nossa convicção de que todos devemos ter a atitude de doar aumentará e se confirmará.
Somente no Brasil a fila conta com mais de 60 mil brasileiros, aguardando por uma nova oportunidade de viver.
A doação de órgãos pode, sem sobras de dúvida, fazer com que um momento de tristeza, dor e separação que é a morte, se torne em sinônimo de vida, esperança e amor em outros seres-humanos que continuarão vivos carregando um “pedaço de nós”.
Outras informações podem ser obtidas no site da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos - http://www.abto.org.br/ ou ainda no site do Mistério da Saúde -http://portal.saude.gov.br/saude/area.cfm?id_area=410 .

Gilberto Horácio


domingo, 9 de novembro de 2008

Patrocinamos o ilegal.

(Foto de nosso sofá, começando a ser fabricado)

Em uma recente obra de ampliação de uma varanda em minha casa, necessitamos, como em toda obra, de madeira.

Pesquisamos pelo melhor preço e encontramos uma grande empresa que trabalha com madeiras a um preço bem mais em conta do que a média do mercado.

Pode-se ver que, no gigantesco galpão, a venda é constante e diversos clientes entram e saem comprando grandes quantidades de madeira diariamente.

Fiquei imaginando vários galpões como estes em toda a cidade de Duque de Caxias, em todo o estado do Rio de Janeiro, em todo o país. A quantidade de madeira adquirida diariamente pelos consumidores finais é assustadora. Pessoas comuns, grandes empreiteiras de obras, indústrias de móveis, etc. São toneladas e mais toneladas de madeira comercializada no país todos os dias.

Minha reflexão se dá pelo fato de, freqüentemente, assistirmos na TV sobre o trabalho da polícia e do IBAMA no combate ao desmatamento da Amazônia, e nos indignamos e ficamos perplexos como madeireiros que atuam no Norte do Brasil, destoem a floresta, sem qualquer sentimento ou remorso visando apenas o alto lucro, momentâneo, produzido com a venda da madeira.

Mas reflito que o comércio ilegal de madeira é alimentado pelas grandes metrópoles, é alimentado exatamente por cada um de nós.

Fazemos belos discursos sobre a preservação de nossas florestas, mas quando precisamos de madeira, compramos. Apenas compramos. Não nos preocupamos com o fato de que a madeira que compramos para nossas obras, assim como a madeira usada em nossos móveis vieram também de inúmeras árvores, que possivelmente foram derrubadas ilegalmente.

Acredito que esse tipo de reflexão e debate devem ser levados cada vez mais sério em nosso dia a dia. A ponto de que seja tamanha a preocupação de todos que acabe sendo uma força impulsionadora de criação de políticas públicas que encontre uma solução séria, definitiva e viável para que possamos utilizar da madeira com a consciência tranqüila de que já evoluímos ao ponto de termos um desenvolvimento, de fato, sustentável. Ao ponto de termos a tranqüilidade de que a madeira que adquirimos em galpões, bem próximos de nossas casas, não é madeira ilegal, mas uma madeira fruto de manejo financiado, controlado e homologado pelos respectivos órgãos competentes.

Os verdadeiros financiadores da destruição da Amazônia somos nós. Isso é fato. As madeireiras estão lá derrubando árvores com risco de extinção, por causa do nosso consumo. Porém não somos culpados. Somos, na verdade, vítimas de nossa própria iresponsabilidade, como seres humanos, em nos preocuparmos apenas conosco e no momento, não importando com o futuro, e nem com quem neste futuro estará.

Mas, se estamos em evolução, como seres inteligentes, precisamos acordar, como cidadãos, como governo, como habitantes da Terra que é preciso que todos se conscientizem e pensem soluções para este problema que nós mesmos causamos e que é de cada um de nós. Grandes idéias e soluções para o problema do desmatamento podem estar escondidos em qualquer cidadão no meio da multidão.

Espalharmos estas reflexões pode ser o começo de descobrimos as grandes idéias. E que elas venham enquanto há tempo.

Gilberto Horácio

domingo, 2 de novembro de 2008

Quem realmente morreu.


Hoje, dia 02 de novembro, consta em nosso calendário oficial, como o Dia de Finados. Feriado Nacional. A proposta é que as pessoas voltem suas mentes e atenção para aquelas pessoas que amavam, mas que já morreram. Pessoas estas, que foram beijadas, amadas, abraçadas. Pessoas que sonharam, construíram, viveram. Porém hoje, já não existem mais. Pessoas que foram sepultadas, ou foram cremadas, outras jamais tiveram seus corpos encontrados por seus entes queridos. Pessoas que morreram das mais diversas formas possíveis e imagináveis.

Todos morreremos um dia. Ninguém sabe a hora ou o dia; sabemos apenas que morreremos.

E de alguma forma, após nossa morte, continuaremos existindo, seja através dos descendentes que gerarmos, seja através das lembranças que deixarmos, assim como da influência que causamos enquanto vivemos por aqui.

Interessante, que nesta manhã, ao levantar-me bem cedo e sair para comprar o jornal, como faço todos os domingos, surpreendi-me com a reportagem de capa do jornal O Globo, a qual li ainda andando lentamente, da banca de jornal até minha casa.

A manchete dizia assim: “Na noite do Rio, 35% são consumidores de drogas”.

A reportagem falava sobre uma pesquisa que havia sido realizada com freqüentadores da noite carioca.

A primeira coisa que veio a minha mente foi o seguinte: “Estas pessoas estão mortas e não sabem”.

Substâncias ilícitas são proibidas por lei. São proibidas porque causam dependência, porque destroem o corpo, a dignidade, destroem a vida das pessoas.

Como poderemos caminhar nesta sociedade, se as pessoas que sentam do nosso lado nos bancos de ônibus, as pessoas que estão ao nosso lado nas filas de bancos, que estão nos atendendo em uma lanchonete, são pessoas com vidas em processo de destruição por causa das drogas?

Como poder confiar no pedreiro que trabalha em sua casa? No advogado que vai defender sua causa, no médico que vai realizar uma cirurgia em você? No motorista do táxi ou do ônibus? Como conviver em uma sociedade em que milhares de drogados, pessoas dependentes, estão espalhadas por todos os lados, disfarçadas de pessoas idôneas, mas que a qualquer momento pode nos surpreender com uma ação de alguém que vive sobre dependência química?

Desculpem-me. Estas pessoas estão mortas. O dia de finados deve ser dedicado a elas. E elas estão matando também a sociedade em que vive. Pois as drogas não destoem apenas os usuários, mas suas famílias e as pessoas inocentes da sociedade, vitimadas pelo crime organizado, que fatura milhões de reais por mês com a venda de drogas e armas.

Os cidadãos de bem, quimicamente libertos, e aqueles que são usuários de drogas, mas estão decididos a se libertarem, devem fazer neste dia um verdadeiro pranto, um choro e um clamor, para que as drogas sejam sepultadas, e não as vidas que elas tem levado todos os dias diante de nossos olhos.

É possível se libertar. Conheço pessoas que se libertaram. Seja através do evangelho, seja através do amor da família, seja através de tratamento em clínicas de recuperação.

Se você é um dependente, busque ajuda urgentemente. Você está destruindo sua vida, sua família e o futuro de todos também. Sempre é possível recomeçar.

As drogas destroem o corpo, a alma, a dignidade. Mas ainda há tempo de uma libertação.

DIGA NÃO AS DROGAS. SEJA LIVRE. VIVA A VIDA. TUDO É POSSÍVEL ÀQUELE QUE ACREDITAR.
Através do telefone do Ministério da Saúde é possível obter informações sobre onde buscar ajuda.
Disque Saúde - 0800 61 1997
No Rio de Janeiro informações podem ser obtidas no endereço http://www.rio.rj.gov.br/livre_das_drogas/

Gilberto Horácio