SOU EVANGÉLICO, SOU FELIZ, UMA ANÁLISE DAS PRINCIPAIS QUESTÕES DA VIDA EVANGÉLICA

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Veja alguns capítulos que você vai encontrar neste livro.
– Ser evangélico
- Posso ser evangélico sem frequentar a igreja?
– Qual é a roupa de um evangélico?
– Como se comportar no culto evangélico
– O perigo dos cargos
– Como entender os desentendimentos dentro da igreja?
– Seu relacionamento com os demais membros
– Quanto, em dinheiro, entregarei na igreja?
– Quando o sofrimento bate à porta de um evangélico
– Entendendo por que nem todos são curados
– Evangélicos divorciados
– Ouvindo músicas não evangélicas
– Bebida alcoólica no copo de um crente?
– Nem todos falam línguas estranhas?!
– Evangélicos certos de vidas erradas
– Igreja pequena ou igreja grande?
– Excluindo membros - um mal necessário?
– Amigos e relacionamentos apenas com evangélicos?
– O que nos une é maior do que o que nos separa
– O evangélico e a morte – O que importa é ser salvo, ser você e ser feliz dentre outros capítulos.
Comprando este livro você estará abençoando e sendo abençoado. Há algo especial de Deus nele para você.
Um livro que fala de fé e de esperança.

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Rua Prof. José de Souza Herdy 1216. 25 de Agosto - Duque de Caxias. Tel. (21) 2671-2808


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Você vai entender muito do que acorre dentro de uma igreja evangélica no Brasil. Vai ter a fé despertada, o amor a Cristo, à igreja e a você mesmo racionalizados e fortalecidos de forma simples mas, direta.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O poder do pensamento.


O poder do pensar

Outro dia que me dei conta do valor existente no “pensar”. Sempre achei que eu pensava muito sobre tudo e via isso como um possível defeito, algo ruim. Particularmente, hoje, acho que é a mais fascinante das capacidades que o homem possui.
O filósofo e matemático francês Renne Descastes declarou em 1937: “Eu duvido, logo penso, logo existo”. Sim, é maravilhoso existir. Mas não haveria sentido viver se não tivéssemos a capacidade de pensar, a capacidade de entender o que se passa à nossa volta e refletir sobre tudo.
Às vezes me pego pensando, e saio de órbita. É como se eu deixasse meu corpo, como se fosse transportado para bem distante, onde só a mente pode chegar. Isso é fascinante, pois neste momento somos capazes de refletir sobre o que somos (ou melhor, o que temos sido), sobre o que já fizemos e sobre o que podemos imaginar sobre o nosso próprio futuro.
O pensar nos faz analisar criticamente e pormenorizadamente situações que no momento em que ocorrem não temos a percepção de análise. E estas percepções nos levam a tomar decisões, investir em projetos, abandonar outros, nos levando a níveis de maturidade rumo ao que acredito ser a sabedoria.
Há pessoas que têm dificuldades de pensar e refletir. Não conseguem, jamais, agir, tomar decisões, sem ouvir conselhos. E estes conselhos parecem ser como se fossem faróis em meio à escuridão para suas decisões.
O pensar é algo extraordinário. Quando percebi isso, comecei a separar tempos do meu dia para sentar em um local, “colocar a mão no queixo” e simplesmente pensar. Aprendi que podemos “ouvir” nossa própria mente. E cada vez mais que desenvolvermos esta capacidade mais sábias e sensatas serão nossas conclusões e decisões.
Jamais abra mão desta capacidade. Exercite momentos no seu dia unicamente para pensar e você vai ver como é possível ter percepção de saídas, soluções, conclusões que pareciam jamais existirem.


Gilberto Horácio

domingo, 24 de agosto de 2008

Somos o que somos

Tem dias que sinto uma imensa vontade de pegar um carro e começar a rodar pelo interior de nosso Brasil afim conhecer bem de perto a cultura de cada estado, de cada região. Conhecer como vive essa gente espalhada por esse país continental. Nesta semana que se passou, no dia 22 de agosto, "comemoramos" o Dia do Folclore. Temos em nosso calendário oficial o Dia do Folclore, instituído pelo Congresso desde 1965. A palavra folclore tem origem no inglês e quer dizer "conhecimento do povo".
Fiquei com uma vontade muito forte de ouvir sobre as culturas de nosso povo, que tem muitas aventuras e crendices. Com a companhia de amigos fui, então, pela primeira vez, ao Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas em São Cristóvão RJ. Pude percorrer por algumas horas entre as barraquinhas e conversar com várias pessoas de diversos lugares do Brasil, principalmente do Nordeste.
É impressionante como somos, muitas vezes, impactados quando entremos em contato com culturas e costumes diferentes dos que estamos habituados. Mas o que mais me marcou foi ver que quanto mais simples parecem as pessoas mais alegres parecem ser. É claro que isso não é regra, mas é o que parece. Aqueles donos de barraquinhas, estavam trabalhando em pleno domingo, não são ricos, não tiveram grandes chances na vida (mas disso não se queixam), muitos estão longe de familiares que deixaram em suas cidades de origem, mas eles tem em comum uma alegria contagiante e um sorriso sempre presente no rosto, que parece apagar todo o sofrimento que a vida possa oferecer.
Ao conversar com alguns nordestinos eles contam com saudades de tudo o que viveram e têm orgulho de origem que possuem.
Percebi que o contato com a cultura que cada um foi criado é o que os faz alegres e felizes. É como se de alguma forma eles preservassem a presença do passado bem presente em suas vidas. E isso faz com que sentam-se bem.
Não escolhemos em que país nasceríamos, nem em que estado, nem em que cidade, muito menos em que família. Simplesmente nascemos. Há crianças nascendo agora ricas e outras nascendo pobres. Há crianças nascendo na Índia e há crianças nascendo no Brasil. A resposta para uma vida sem identidade que muita gente tem vivido pode estar exatamente no fato de estarem vivendo fora da realidade do que realmente são. Talvez, buscando ser e viver da cultura das raízes do vizinho esquecendo-se de que cada um deve se orgulhar e viver suas próprias raízes e culturas. Quando não temos preconceitos contra nós mesmos ninguém mais os terá de nós. Viva o que somos!!!!!. Viva o que sou.!!!! Viva o Brasil!!! Viva o nosso povo!!!


Gilberto Horácio

domingo, 17 de agosto de 2008

Quem morrerá primeiro?


O Brasil perdeu no último dia 16 um homem que teve reconhecida relevância no cenário histórico musical brasileiro, Dorival Caymmi, que morreu aos 94 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos.
O que atraiu minha atenção neste falecimento foi observar depoimentos de seus filhos que diziam que Dorival Caymmi piorou muito seu estado de saúde, deixando inclusive de se alimentar, após saber que sua mulher, Stella Caimmi, que está internada desde abril por problemas cardíacos havia entrado em coma nos últimos dias. Segundo seus filhos, a mulher de Caymmi ligava para ele todos os dias e assim que ela entrou em coma ele logo notou que alguma coisa de errada havia acontecido.
Eu já conheci vários casos de casais que viveram juntos longos anos (no caso de Caymmi e Stella Caimmi 68 anos), e que após a morte de um, o outro, também morreu, dias, ou até mesmo horas depois. Isto nos faz pensar em várias coisas. E uma coisa importante é o fato de que nós temos o poder de optar pela vida. E quando não a desejamos mais, acabamos morrendo aos poucos, de fato.
Conheço uma história de um casal que viveu juntos muitos anos. Ao conversarem, certa vez, aquele marido dizia para sua esposa que o que ele pedia a Deus todos os dias é que sua esposa morrasse primeiro que ele. Isso pode parecer estranho, mas ele afirmou que eles se amavam tanto, que ele preferia que ela morresse primeiro, simplesmente pelo fato de não viver a tristeza de vê-lo morto em um velório e sendo enterrado em uma tumba fria. Por se amarem tanto, ele preferia sentir essa dor não e não desejava que sua esposa a sentisse.
Os índices de suicídio no Brasil são alarmantes, quase 5 pessoas a cada 100 mil habitantes. Mas estes números não espelham a realidade, pois no meu ponto de vista, há milhares de pessoas que morrem anualmente, pelo simples fato de decidirem não mais viverem. Doenças como depressão e doenças incuráveis são fatores que atacam milharem de pessoas em todo o mundo. Caymmi apenas demonstrou mais uma vez que o amor é algo inexplicável. E mostrou também o quanto temos que agarrar nossas motivações à vida em coisas que jamais podem nos tirar. Veja o que Jesus disse “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. (Lucas 10 : 27). Nossa primeira motivação de amor que nos leva a viver deve estar no Sublime Deus que continuará existindo eternamente após a morte de nosso corpo. Em segundo lugar devemos nos amar sobre todos e depois amar aqueles que estão ao nosso lado como nós nos amamos. Seguindo esta ordem, jamais desperdiçaremos qualquer segundo de vida nesta terra. E independente dos que nos tiram ou do que (ou de quem) perdemos, teremos força para vivermos, abrindo os braços para a vida.

Gilberto Horácio

domingo, 10 de agosto de 2008

Negócios com seres viventes. A forma legal deve ser sempre a legal.

Não poderia deixar de fazer aqui um resumo sobre a Rio Vet 2008, a 8ª Feira de Negócios Pet & Vet que aconteceu no RIOCENTRO - RJ. Ao participar da feira, neste ano, pude observar o quanto o ramo de negócios com animais tem crescido no Brasil. Já temos de tudo para os animais. Em alguns casos os animais recebem serviços e produtos de tamanho conforto, que milhares de pessoas no mundo não tem acesso.
A realidade é que as pessoas estão pagando cada vez mais, sem nenhum constrangimento para que seus animaizinhos de estimação tenham tudo do bom e do melhor. Isso se dá pelo fato, destes animaizinhos suprirem e atenderem necessidades que o ser humano possui de dar e de receber carinho. Psicólogos e profissionais da área já há algum tempo recomendam a criação de animais de estimação para tratamento de pessoas que diversos tipos de doenças, inclusive, pessoas com tendências de depressão e pessoas com sentimentos constantes de solidão. E parece que realmente o simples fato de cuidar de um gato, um cachorro, etc. realmente trás resultados surpreendentes para a vida destas pessoas.
Neste cenário entram os profissionais e empresas que fornecem serviços e produtos para os animais de estimação. Os donos querem retribuir aos animais, o carinho que recebem e na maioria das vezes fazem isso dando-lhes o maior conforto possível.
O mercado Pet movimenta no Brasil cerca de R$ 30 bilhões por ano em produtos e serviços e ainda há muito a se avançar, cerca de 70 milhões de proprietários de animais a serem conquistados.
O que mais me chamou a atenção neste evento é a forma como as empresas e profissionais do setor tratam os animais; eles os tratam como verdadeiros “marajás”. Tudo é feito para que os animais recebam todo o cuidado e tenham o melhor bem estar, simplesmente pelo os proprietários destes animais exigirem por parte destas empresas e profissionais todo este cuidado, pois em nossa cultura ocidental, gatos e cachorros principalmente, são tratados quase como gente.
É lamentável, porém, o mercado negro que movimenta milhões de reais por ano no contrabando de animais silvestres (a maioria sofre muito e acaba morrendo durante o transporte). Esse mercado é alimentado obviamente pelos consumidores destes animais.
Ao visitar a feira, fiquei com esta certeza: como seria bom se tudo no Brasil fosse através da legalidade, da clareza e no amparo de consumidores que amam, de fato, os animais. Consumidores que exigissem, primeiro o bem estar dos animais acima de qualquer coisa. Desta forma ninguém compraria em uma “feira de Caxias” todos os domingos, animais silvestres que foram retirados cruelmente de seu habitat natural e transportados durante dias sem água ou comida dentro de mini caixinhas de madeira de forma brutal. O tratamento que os animais recebem, se bom ou ruim, somos nós os responsáveis. Se você comprou ou possui um animal silvestre, saiba que está financiando muito sofrimento e causado a morte de milhares de outros animais. Precisamos ver exemplos belos, como os que vi nesta feira para entendermos que é sempre possível conciliar e viver a integração homem-animal de uma forma saudável e racional, aliando os interesses humanos com o bem estar dos outros seres viventes.

Gilberto Horácio

domingo, 3 de agosto de 2008

Navegar é preciso, viver é fundamental


Neste domingo ao pensar qual seria esta primeira postagem no mês de agosto, abri, em meu quarto, aleatoriamente, o livro “Poemas Escolhidos” de Fernando Pessoa, na pág. 140. Interessante o que Fernando escreveu, veja:

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
Transformada a forma para a casar com o que eu sou:
Viver não é necessário, o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida, nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
Ainda que para isso tenha que ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
Ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
O propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
Para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo de nossa raça.
Fernando Pessoa

Ao ler o texto pude refletir e tentar imaginar o que passava na mente do autor enquanto escrevia e a que conclusões ele chegou sobre esta reflexão. Parece-me, que ele não apenas concordou com a frase dos navegadores antigos, mas a assumiu como a frase que se adequou exatamente à forma de pensar sua vida.
Discordar dos navegadores e também de Fernando Pessoa é um direito de expressão que tenho e definirei também em uma frase o que considero sobre minha vida: “Navegar é preciso; viver é fundamental”.
Sim, na última terça feira ouvi a história do Pr. Paulo César Brito, médico cirurgião há muitos anos do Hospital de Bonsucesso e fundador da Igreja Maranata, que nos narrou a história do acontecimento que mudou sua vida, quando seu amigo, médico anestesista, que trabalhou com ele durante dez meses suicidou-se. Ele nos contou que seu amigo nunca havia demonstrado qualquer sinal de que era um homem que estava à beira de um suicídio. Era um homem muito bem casado, muito bem sucedido financeiramente e um dos melhores profissionais daquele hospital.
Talvez este homem também tenha acreditado que apenas navegar era preciso, e que viver não era preciso.
Hoje, as pessoas têm cometido os mesmos erros. Para muitos, sua formação acadêmica, sua ascensão profissional, o objetivo de conquistar o material, o dinheiro, o, em muitos casos, o “inútil” reconhecimento tornam-se obsessões de tão grande intensidade que as pessoas só pensam em “navegar” quando o mais importante é apenas e simplesmente viver. Este homem que se suicidou tinha tudo, mas não sabia o que fazer com sua própria vida. E neste caso, ele a tirou, com suas próprias mãos.
Navegar, apenas, não é preciso; é preciso saber onde se quer chegar após a navegação. Contribuir para a humanidade, sim, deve ser um impulso ao trabalho e ao desenvolvimento intelectual, mas não deve e não é a razão de nossa existência. Não é a razão de nossa raça. Nós vivemos a dádiva da vida para simplesmente vivê-la. Reporto-me ao texto da Bíblia sagrada, escrito pelo apóstolo Paulo em I Coríntios capítulo 13, versículo 2 que diz: “E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios(chamado por Fernando Pessoa de misticismo) e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.”
É isso aí. Navegar é preciso, mas viver é fundamental, e viver é amar.

Gilberto Horácio